sexta-feira, 30 de junho de 2017

A Rebimboca da Parafuseta


Bom dia, meus caros amigos da Liga Arena!

Élcio Junior voltando no tempo pra trazer outro artigo sobre aquele formato jeitosinho, mas ordinááááário, que a gente tanto gosta: o Modern!

Hoje falaremos sobre cartas que tiram coelhos da cartola. O raciocínio é similar ao artigo anterior: sabe aquelas cartas que tiram de ciladas quando precisam e geram quilômetros de vantagem quando não precisam? Aquelas que cobram o escanteio e correm pra cabecear? Então, é disso que falaremos hoje.

Certo... mas porque esse título então, Élcio?” – Você me pergunta e eu te explico, porque se tem uma coisa que eu adoro é subjetividade!

(E ‘Só Pra Contrariar’ também. Eu adoro o ‘Só Pra Contrariar’. Essa banda é foda, bicho. Um dia eu vou escrever um artigo sobre o Alexandre Pires)

Desculpa.

Em inglês, o termo toolbox define cartas e estratégias que trazem a possibilidade de ter muitas opções para responder ameaças diversas dentro de um mesmo deck, e sempre conseguir trazer a carta certa para a situação. A rebimboca da parafuseta é uma piadinha que você provavelmente não conhece se é um garotinho juvenil criado a leita com pêra assistindo Ben 10 e empinando pipa no ventilador da sua avó, mas se você frequentou o Senai nos anos 90 e já foi no almoxarifado buscar ‘meio metro de corrente elétrica’, você sabe muito bem do que se trata.

Enfim, vamos à lista!

O deck baseado em Sunforger nunca foi supercompetitivo, isso é fato. Mas esta carta permite construir uma lista bem interessante, usando interações insanas com cartas como Boros Charm, Electrolyze, Lightning Helix, Zealous Persecution, Advent of the Wurm, enfim... as possibilidades são gigantescas. Porém o custo do Sunforger é relativamente alto, e a interação depende de criaturas no campo, então ainda é difícil construir um deck realmente consistente com essa carta.




Essa cartinha, que é uma verdadeira máquina de destruir sonhos no Pauper, também oferece algumas opções extremamente punitivas no Modern. Obviamente que nenhum deck vai usar quatro cópias de uma carta com custo de mana convertido 4 que não ganha o jogo sozinha, mas em decks control mais lentos, no estilo draw-go, com certeza é possível tirar valor de Mystical Teachings, especialmente pelo fato do Flashback.
Gifts Ungiven é uma das minhas cartas azuis favoritas de todos os tempos, então eu vou tentar segurar a minha franga enquanto falo dela. Embora o uso mais comum desta carta seja buscar uma Iona, Shield of Emeria e um Unburial Rites no passe do 4º turno, para reanimar a Iona no 5º e praticamente ganhar o jogo, Gifts permite muito mais que isso. O uso conjunto com cartas como Snapcaster Mage, Torrential Gearhulk ou mesmo o estranho Goblin Dark Dwellers sempre deixará seu oponente com decisões difíceis, ou até mesmo sem nenhuma opção que não vá ser extremamente desvantajosa para ele. Gifts Ungiven não traz aquele powerhouse desmedido característico de cartas de Kamigawa, mas a carta tem sim um potencial muito vasto para jogadas que trickam a mente do oponente.
Novamente, uma carta que tem seu uso mais conhecido em um combo (e bota conhecido nisso, né? A galera que bate ponto na loja toda quarta-feira sabe bem como é). Mas Knight of the Reliquary é bem mais que aquela interação safada com Retreat toCoralhelm. Usando o conjunto de lands certas, você pode gerar muito mais valor desta carta. O Modern é um formato em que terrenos fazem uma parte enorme do serviço, e ter acesso à Sejiri Steppe, Mistveil Plains, Flagstones of Trokair, Bojuka Bog, Halimar Depths, Gavony Township, Rogue’s Passage, Ghost Quarter, Tectonic Edge e tantas outras sempre é um coelho bem gordo pra sair da sua cartola.
Sim, aquela carta que criou um dos decks mais fortes do T2 da época, e fortaleceu muito uns outros 3 ou 4 decks bem fortes do Modern. É claro que Collected Company estaria nessa lista, mas para falar dela é até melhor eu já puxar o gancho da próxima carta e explicar ambas.


Defina: garbosidade.

É isso. Chord of Calling + Collected Company. Acho que alguns de vocês pensaram exatamente em Abzan quando leram que o artigo seria sobre toolboxes. E é natural que seja assim mesmo, porque com certeza o Abzan tem hoje o maior arsenal de jogadas toolbox do formato, e tudo isso só é possível porque temos Company e Chord no time.
 Sobre as cartas: ambas são instants e geram um tipo muito específico de vantagem para os decks, cada uma a sua forma. Enquanto Company permite que 4 manas virem 6, tudo isso no passe do cara e às vezes com triggers de ETB tão insanos que o oponente cogita conceder a partida, Chord permite que você tutore uma carta e coloque ela direto no campo de batalha (e perceba que a outra carta com um efeito tão brutal é banida no formato. Sim, estamos olhando pra você, Green Sun’s Zenith, seu deselegante). A interação destas duas cartas não é direta de uma para a outra, mas sim com uma manada de criaturas que tem custos de mana convertido relativamente baixos se comparados a todo o valor que trazem, ou seja, Eternal Witness, Kitchen Finks, CartelAristocrat, Orzhov Pontiff, Anafenza, Kin-Tree Spirit, Qasali Pridemage, Melira, Silvok Outcast e até a sorrateira Dryad Arbor.

Mas não para por aí não, porque nas versões Bant, Collected Company interage muito bem com Spell Queller, Geist of Saint Traft, ReflectorMage e com o próprio Knight of the Reliquary. E Chord of Calling por sua vez, é a cola que falta para fechar um dos mais novos combos do formato: Vizier ofRemedies, Devoted Druid e Walking Ballista (lembrando que esta última tem CMC 0 e pode ser castada para 10000 com o efeito de mana infinita das outras duas).

Portanto, não há outras duas cartas mais emblemáticas quando o assunto é toolbox no Modern do que Chord of Calling e Collected Company.

Fica aqui o selo de “QUE CARTÃO DA PORRA!”.”.

E este amontoado de informação inconsistente é o meu artigo para esta semana, amigos. Espero que vocês tenham gostado.

Até a próxima semana onde eu voltaria com mais um artigo, muita ousadia e alegria.

Um abraço!

Ah, e no passe, raio em você.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Retrospectiva Equipe Liga Arena


Saudações, jogadores! Cá estou eu mais uma vez para falar sobre o nosso jogo favorito. Dessa vez será um artigo mais sucinto e descontraído, com doses de saudosismo e regado àquele sentimento de dever cumprido. Trata-se do meu último artigo do ano – e vocês já vão entender o porquê disso – então nada mais justo do que fazer uma retrospectiva dos últimos acontecimentos relacionados à Equipe Liga Arena, além de expressar minha visão acerca desse projeto que tanto gosto.
Magic é um jogo essencialmente individual. Isso não é um defeito, é apenas a característica do jogo. Embora existam formatos onde é possível que se faça uso de um estilo de jogo coletivo, na maioria esmagadora dos casos, é só você contra um outro jogador. Destaco essa ideia de oposição para dizer que é muito difícil que, nessas circunstâncias, você consiga criar um espírito de equipe entre as pessoas no universo do magic. Geralmente se você joga sempre com um grupo de pessoas na sua loja local, você está competindo contra elas também, embora possam existir vínculos estabelecidos verdadeiramente em função do jogo.

A ideia de competitividade traz à tona questões inerentes a esse processo, como a rivalidade e a necessidade de vencer para se sobressair. Por conta disso, tentar ir contra essa lógica e criar um time de magic, é uma tarefa extremamente difícil e que envolve o esforço de cada um de seus membros. Se um jogador de uma equipe de magic consagra-se como campeão de um grande evento, geralmente as pessoas não vão dar crédito à equipe que ele pertence (muitas vezes até esquecemos que ele faz parte de uma equipe), mas logo parabenizamos o indivíduo pela conquista e por todas as façanhas que aquele jogador conseguiu. Mas é sobre esse outro lado que eu quero me ater nesse artigo: sobre o quão importante é ter um grupo de jogadores com o mesmo objetivo que você e que pode te ajudar a alcançar tais metas de uma maneira que você poderá se sentir pertencente a um grupo que atua junto nas competições.

A grande sacada de ter uma equipe é conseguir transcender o aspecto meramente individual do jogo e passar a vê-lo como um “esporte” que também pode ser coletivo. Cabe aqui ressaltar que o magic não existe só na partida de um campeonato (ali você estará realmente sozinho), mas também nas concepções de decks, na leitura do metagame, nas discussões de jogadas, nos treinos e em todo o resto que envolve o magic competitivo e que não precisa ser uma tarefa individual. Na verdade, é bem mais produtivo quando você passa por essas etapas com a ajuda de outros jogadores. Claro que isso faz parte de uma mudança de cultura e pensamento, já que estamos todos inseridos naquele viés egocêntrico que citei há pouco, e que vai perpassar o “não vou revelar meu deck ou minha estratégia porque são todos meus oponentes” até o “vou compartilhar isso com o grupo, para que eu possa tomar as melhores decisões”. Nem todos conseguem fazer a transição entre essas duas vertentes, mas ao fazer parte de uma equipe, você só tem a ganhar passando por esses processos coletivamente.

Dito isso, gostaria de destacar alguns momentos vivenciados pelo nosso time, a Equipe Liga Arena. Obviamente que muitas divergências acontecem nesse tipo de projeto, mas prefiro colocar aqui o que, na minha opinião, deu muito certo nesse um ano que integrei a Equipe L.A. Sim, eu estava nela desde sua fundação, em meados do ano passado (ou pelo menos em sua refundação, já que quando houve a primeira equipe da Liga eu estava afastado do magic) e posso falar de uma notável evolução no que se refere a maturidade da equipe até os dias de hoje.

Circuito Ligamagic

            Muitas foram as conquistas dos jogadores que compuseram (e alguns ainda compõem) a equipe. Provavelmente vou acabar esquecendo algum feito notável por aqui, mas dentre os mais relevantes, indubitavelmente está o CLM. Nós simplesmente fizemos top 16 (Aloyr) e top 32 (Eu) no Standard, ficando a 1 ponto de entrar na premiação por equipes desse dia, e levamos a porra toda no Modern! Sendo o Lelis campeão do evento no qual eu tive a felicidade de fazer top 4 e ajudar a equipe a ganhar o troféu de MELHOR EQUIPE do segundo dia! Tá aí um troféu que não é qualquer loja que pode ostentar – foi o ápice da Equipe L.A.



Grand Prix Travels

Nós conseguimos conquistar todos os GPTravels da Liga Arena! Eu e Julio carimbamos a passagem no primeiro GPTravel e Aloyr conquistou o segundo! E nesse quesito posso dizer que foi uma experiência incrível para mim, já que foi através dessa conquista que tive a oportunidade de conhecer o sul do país e de quebra participar de um dos maiores eventos de MTG do Brasil, o Grand Prix Porto Alegre. Pude experienciar, mesmo que em uma escala bem menor, o “play the game, see the world” apregoado pela Wizards, uma vez que nunca tinha viajado de avião na vida – coisa que o magic me proporcionou neste ano.

Grand Prix Porto Alegre

          
  Confesso que esperava mais desse evento para a equipe, mas resolvi colocá-lo aqui porque acredito que ele demarca uma evolução dos jogadores da Liga Arena. Esse foi o segundo GP do qual eu participei – o primeiro foi o GP São Paulo, em 2015. E pela experiência que eu tive, ele nem se compara ao anterior. No primeiro GP, eu não aspirava absolutamente nada e meu desempenho foi tão ruim que não me recordo mais, nem chegando a fazer day 2 no evento. No GP Porto Alegre, eu e Aloyr fizemos day 2 e mesmo não conseguindo um resultado tão expressivo no evento, fazer day 2 foi um objetivo conquistado. Nessa mesma viagem, o Julio quase fez top 8 em um PTQ, ficando a uma vitória da classificação. Fora que a viagem como um todo foi sensacional!

Preliminary Pro Tour Qualifiers

            Outro ponto que a Equipe L.A. se saiu muito bem no último semestre, foi em relação aos PPTQs. Eu, Aloyr e Julio conseguimos ganhar PPTQs nas últimas temporadas, garantindo nossa participação nos RPTQs. Foi a primeira vez que ganhei um PPTQ e não por acaso foi fazendo parte de uma equipe de MTG. Pra mim, o diferencial em relação às outras tentativas (bati inúmeras vezes na trave), foi o conhecimento do metagame naquela época, e nisso a Equipe L.A. me ajudou demais!

Regional Pro Tour Qualifier

            Falando do RPTQ, também quase conquistamos algo grandioso através do Julio. Meu desempenho foi horrível no torneio, mas o Julio ficou em 9º lugar! Sendo que o top 8 garantiriam a vaga para o próximo RPTQ e o top 4 ganhariam passagens para Kyoto, no Japão. Esse é um campeonato de altíssimo nível e o fato do Julio ter chegado tão perto dessa conquista é algo extremamente importante para o desenvolvimento da equipe. Acredito que se mantivermos o nível, será em breve que conseguiremos a vaga para o Pro Tour. Houve ainda vários eventos importantes que a equipe conquistou na região (como as Preliminares para a Final Liga Arena, Aniversário da Liga Arena, Classificação para o próximo Circuito Ligamagic, dentre outros), mas que resolvi não os detalhar devido à extensão do artigo.

E agora?

Bom, chegamos em um momento de transição da equipe – ou como costumamos usar no magic: de rotação. Como vocês sabem, apenas os 4 primeiros colocados no ranking semestral da Liga Arena, formam a equipe vigente do semestre. Como eu não consegui alcançar essa posição, me despeço da Equipe L.A. nesse segundo semestre de 2017. Fica aqui minha gratidão por fazer parte desse projeto que me fez evoluir bastante como jogador e que de quebra, estreitou os vínculos com a galera da loja, me fazendo ter a sensação de dever cumprido. Meu desejo é que a Equipe L.A. perdure por muitos anos e que apesar das adversidades, esse projeto só amadureça e fique cada vez mais forte – E quem sabe eu não consigo voltar ano que vem? Haha. Agradeço a todos que leram não só esse, mas meus últimos artigos postados aqui nesse espaço. Até mais! 



terça-feira, 27 de junho de 2017

Combei... OK? 3.0


BOMMM DIIIAAAA VIIIEETINÃÃÃ!!! Estou de volta com a Coluna Trincheiras do Commander e dando continuidade aos amados e odiados combos volto com a série Combei... OK?  e mais uma vez trago alguns combos que são amados por uns e odiados por outros, e claro para o formato Commander Multplayer, e dessa vez vou falar de combos de dano infinito.

Caso não tenham visto as outras partes:


Não sei se vocês reparam mas nessa série de combos venho buscando colocar pelo menos um combo com cartas de Amonkhet em cada parte, e o de hoje não poderia ser diferente, por isso começamos por um combo simples e baratinho...

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Para essa receita só precisamos ter em campo Deserto Abrasado pelo Sol, ter Reviver Cadaver, e fazer com que Dragão Engole Mundos vá para o cemitério.
Com esse cenário pronto, é só conjurar Reviver Cadaver dando como alvo Dragão Engole Mundos, quando Dragão entrar no campo de batalha, ele vai exilar todas as suas permanentes, inclusive os terrenos, restando apenas ele na mesa, porem Reviver cadáver diz: “ Se Reviver cadáver for removida, enterre a criatura no cemitério de seu dono”,  logo sem o Reviver cadáver o nosso dragão vai morrer, fazendo que todas as suas permanentes retornem ao campo, nesse ponto você faz com que Deserto Abrasado pelo sol de 1 de dano em um oponente,  e colocar a habilidade de reviver cadáver na pilha, depois  de resolver o 1 de dano do Deserto, dar alvo no Dragão, e continuar o processo, lembre-se apenas de se certificar que há qualquer outra criatura no seu cemitério, ou cemitério de um oponente, para poder parar o combo e você não morrer para ele.

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Esse combo é bem simples, Basta ter em campo Alquimista de Aphetto, e equipar Braceletes do Ilusionista, agora é só virar Feiticeiro Pródigo para causar 1 de dano no oponente, depois é só ativar a habilidade de Alquimista de Aphetto, “vire: desvire o artefato ou criatura alvo”, e assim vai desencadear a habilidade do Bracelete do Ilusionista, “toda vez que uma habilidade da criatura equipada for ativada, copie aquela habilidade se não for uma habilidade de mana, e você pode escolher novos alvos”. E assim desvirar Feiticeiro Pródigo, e Alquimista de Aphetto, e continuar com o processo até que não haja mais hoponentes

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Esse é um combo de uma combinação de cores e cartas inusitados  por isso escolhi ele; e funciona assim:
Você precisa de algo na mesa que de ímpeto para as suas criaturas, o que é bem fácil no verde e no vermelho, agora você coloca Arcanista de Elite no campo, e exila da sua mão Tática dos Talassidios, depois com Druida Zhur-Taa em campo você vira, e gera uma mana verde, e causa 1 ponto de dano em cada oponente, agora com essa mana você ativa habilidade do Arcanista de Elite que diz “pague X, vire: copie, o card exilado. Voce pode conjurar a cópia sem pagar o seu custo de mana; X é o custo de mana convertido do card exilado” assim você conjura Táticas dos Talassidos, e dê alvo no Arcanista e Druida, para que eles ganhem +0/+3 e desvirem, ai é só continuar o processo até que não haja mais oponentes

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Como já virou tradição, não poderia faltar um combo apenas com artefatos, escolho sempre um combo só de artefatos, pois eles podem ser usados em qualquer deck, sem restrição de cor.
Esse é um combo com um ciclo bem legal e sinérgico entre as estações, e para a receita de hoje precisamos apenas de Uma Treliça Micossintetizadora, Estação de Detonação, e de Estação de Invocação, com as 3 peças em campo basta virar Estação de Invocação, e criar uma ficha de criatura 2/2, incolor do  tipo Pincher, por causa da treliça ele será artefato, assim como todas permanentes em campo, agora é só virar estação de detonação, sacrificar o nosso amiguinho feioso, para causar 01 ponto de dano no jogador, quando a Ficha for colocada no cemitério ela vai desencadear a habilidade da Estação de Invocação, fazendo com que ela desvire, agora é só virar ela para produzir outro feiosinho (Pincher), e quando ele entrar em campo vai desencadear a habilidade de desvirar de , Estação de Detonação, então é só repetir o processo.

Agora vou falar de alguns combos bem clássicos.

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Nesse você só precisa de Triskelion e de Mikaeus, o Maldito no campo de batalha, Trinskelion vai entrar com 3 marcadores+1/+1, agora você tira 1 marcador e causa 01 ponto de dano à um oponente, depois você tira um marcador, e causa 01 ponto de dano no próprio Triskelion, e tira o ultimo marcador e causa 01 ponto de dano no Triskelion novamente; Talvez você se pergunte por que causar dano no Triskelio 2X, já que ele é 1/1, e um ponto seria o suficiente? a resposta é simples, o Maldito do Mikaeus não só dá habilidade de imortal para as criaturas não humano, mas também dá +1/+1, logo o nosso Triskelion sem marcador nenhum, será 2/2, então quando você remover o 3º marcador e matar o Triskelion ele vai ativar habilidade de imortal, e retornar ao campo de batalha com seus 3 marcadores +1/+1 e um quarto marcador +1/+1 proveniente da habilidade imortal, agora é só tirar 2 marcadores para dar dano à um oponente, e depois mais 2 marcadores para causar dano no próprio Triskerion, fazendo com que ele morra sem nenhum marcador, para ativar o imortal novamente, agora é só repetir o processo.

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Esse combo você precisa apenas dos 02 encantamentos no campo, e de alguma fonte que possa iniciar a perda de vida de um oponente, ou o seu ganho de vida, uma vez que Sangue delicioso faz com que toda vez que um oponente perde pontos de vida, você ganha aquela quantidade de pontos de vida, e Pacto de Sangue, faz o inverso, sempre que você ganha vida, o oponente alvo perde aquela quantidade, entrando em um ciclo sem fim.

E é claro que não podia faltar o amigão da vizinhança, e claro que eu não estou falando do Spider Man, embora ele tenha as mesmas cores.

Estou falando de Niv-Mizzet, the Firemind,

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Com Niv-Mizzet na mesa, você o encanta com curiosidade, agora é só virar ele para comprar uma carta, e assim desencadear a sua habilidade de sempre que você compra uma carta, Niv-Mizzet, the Firemind causa 1 ponto de dano na criatura alvo ou jogador, assim ao causar dano desencadeia habilidade e curiosidade, onde sempre que a criatura encantada causa dano a um oponente você pode comprar uma carta, formando um ciclo, lembre-se apenas de parar antes de que seu grimório acabe, além disso é aconselhável que você use cartas no seu deck como Kozilek, Carniceiro da Verdade, ou Ulamog, o Vórtice Infinito, para que ao descartar você possa embaralhar seu cemitério ao grimório, caso não tenha você uma torre do relicário em campo, ou outra permanente que faça que você não tenha limite de cartas na mão, porém isso pode ser contornado com Desfazer do Dia.

Espero que tenham gostado dos combos de hoje e não se esqueçam...


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Falando de Pauper



Olá meus amiguinhos aficcionados por magic, eu sou Cristiano Melo, vulgo "Pretiano" , e venho aqui aceitando a missão de falar de um formato, que de longe é um dos meus favoritos, o pauper!
conhecendo o pauper.

Para quem não  conhece, é o formato mais barato dentre todos os outros, composto apenas por cartas comuns de qualquer edição já impressa no Magic The Gathering, isso mesmo! qualquer edição, não rotacionando, como vemos no formato padrão (standard), onde com 300,00 reais você consegue montar um dos decks mais competitivos do formato, ou aproximadamente 40 tickets  se preferir Magic Online (MOL) mas objetivo aqui não é montar top decks competitivos, a não ser que você goste muito de competitividade, vou explicar o por que. O pauper é um formato muito divertido, com diversas temáticas e estereótipos de decks como por exemplo Mono U Delver  Control, Infect, Burn, Mono Black Control, Elfos, Goblins, Reanimate...etc, porém, um dos pontos mais importantes a serem considerados é a base de mana, não importa se o seu deck é tier 1...2..3...1000..se ele é mono color, duas cores ou cinco cores....o fato é que ele tem grandes possibilidades de "zicar" de mana ou de "floodar" (vir terrenos de menos ou de mais) ....isso mesmo, não existe uma mecânica funcional que corrija isso efetivamente no pauper, como as que existem nos outros formatos, o que o torna um formato mais equilibrado independente de qual deck você escolha jogar, por tanto,quando for montar seu deck, escolha o que você mais gostar e achar mais divertido!!
Como todo formato, o Pauper conta com uma lista de banidas pela Wizards Of The Coast, que são:

Cloud of Faeries

Cloudpost

Cranial Plating

Empty the Warrens

Frantic Search

Grapeshot

Invigorate

Peregrine Drake

Temporal Fissure

Treasure Cruise

Por tanto amiguinhos, essas cartas não podem ser usadas em campeonatos.

Uma observação, cuidado ao buscar listas na internet na hora de montar o seu deck "paper", há cartas que foram lançadas comuns no M.O.L. e no Magic Convencional ("paper") não são comuns, como por exemplo a carta" Death Spark" carta usada em algumas listas de Mono Red Goblins, no Magic Online ela é comum em 'MTGO Masters Edition II", já no Magic "paper" apenas contamos com copias incomuns, por tanto, não são validas fora do M.O.L., salvo quando o organizador do evento opta por usar a lista pauper do Magic Online, o que acho bem interessante por parte de alguns organizadores, mas mesmo assim vamos nos atentar amiguinhos, tomar game loss por carta inválida no deck não é muito divertido.

Se você é iniciante no Magic the Gathering, ou procura um formato mais barato que não rotacione sempre, tendo que sempre estar a atualizando o seu deck, venha para o mundo do pauper, aqui você vai encontrar muita diversão, diversidade de decks, ambiente equilibrado, top decks com valor acessivel e sem rotatividade.

Aqui me despeço amiguinhos, espero que ter ajudado vocês que queiram iniciar no mundo do pauper, um abraço do Pretiano , equipe L.A. 2017 "tamo junto!!"
até a proxima!!!....