terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Report CLM Top8

Olá pessoas! Me chamo Roger William Landim, tenho 28 anos, moro em São Jose dos campos e jogo magic a bastante tempo.

Não gosto muito de ficar viajando para procurar torneios maiores como PTQs e por isso geralmente concentro minha jogatina competitiva na minha cidade onde sempre consigo bons resultados.

Atualmente estava ocorrendo o Circuito Ligamagic, que daria 2 vagas para um grande torneio com uma premiação digna de um GP. Quando soube que minha cidade também seria uma das sedes organizadoras fiquei muito feliz e decidi que iria jogar todos os torneios tentando assim ficar em primeiro e ter facilidades na pequena final que daria as duas vagas. Após perder o primeiro torneio(obrigado Enem) e levar fumo no segundo, vi minhas chances de conseguir uma boa posição se afastar mas conseguindo duas vitórias e uma quase vitória nos outros 3 torneios eis que consegui ficar em segundo lugar na pontuação geral.

O problema é que aconteceu o seguinte.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Lista final de classificados



Rafael Rato

Alan Baby Medina

João Lelis*

Julio De Biasi*
Igor Herique
Carlos Alexandre
Luís Gonçalves Lelo
Marco Aurélio
José Carlos Neto
Felipe Magno
José Marques Junior*

Amanda Siqueira
Paulo Henrique*
André Rangel
Danilo Paoliello*
Pretiano Melo
Evy Lescura
Patrick Godoy
Gustavo Magno
Thiago Casassanta
Aloyr Lolo Rezende
Hélio Barbosa
Marcos Vinicius

http://lig.ae/d/411559

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Finalistas



Chegamos a mais uma Final da Liga Arena, semestre foi muito acirrado e cada vez tem se tornado mais complicado se manter entre os vinte e quatro que conseguem a tão famosa vaga, dentre cento e cinquenta e quatro jogadores desse semestre os que se classificaram foram:

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Precisamos falar sobre o Chile - Rakdos Aggro

Hélio Barbosa
Owen Turtenwald ganhou outro GP, o GP Breakin Bad, digo, o GP Albuquerque. Foi a segunda vitória em GP consecutiva, dessa vez Standard, jogando de monoblack control. Confesso que tava numas de exaltar essa parada de jogar de Capturar Pensamento. Era só benefícios no começo, tipo o “Emplastro Brás Cubas” do tê-dois: fazia, acontecia, matava, morria e cantava Pixinguinha...

Demônio da Profanação para fazer o cara sacrificar criaturas; Érebo (que ganha devoção facilmente) se precisar parar o ganho de vida; Capturar Pensamento; Espectro do Véu da Noite; Contatos no Submundo, que monta sua mesa e é uma das melhores cartas do deck; Mercador Cinzento de Asfódelos (colocara um acento na carta – pra não ficar Asfodelos – ririri ) e Chicote do Érebo para para ganhar vida e um punhado de remoções que se a gente fosse listar, perderia o dia... Decks pretos.

Falando em Monoblack Devotion, parabéns pra Amanda Siqueira que fez day 2 no GP Santiago jogando com o citado deck. Parabéns também pro Júlio de Biasi e Ricardo Naldi que também jogaram no GP.
A estrela do deck é Bando de Ratos (e Mutavaults que também são ratos). É sempre bom lembrar que as fichas do Bando de Ratos são cópia exatas do Bando de Ratos. Isso quer dizer que, ao contrário de outras fichas, essa tem custo e conta pra efeitos de devoção.

Vamos avançar no tempo... Estamos no futuro. Ano de 2015. Marty McFly está andando com um skate sem rodas rosa-chiclete e os carros voam... (Ok, não era para avançar tanto no tempo, era só para ir encerrando a introdução.) Novembro de 2013, GP Albuquerque – 4 decks usando Bando de Ratos no Top 8, totalizando 6 no top 16.

Precisamos falar do Chile, de um deck que ganhou por lá e se dá bem contra os outros decks do formato, o Rakdos Aggro.

domingo, 17 de novembro de 2013

Mas o que diabos é esse tal de RPG?


O que é RPG?

Luís "Lelo"
RPG é, basicamente, um jogo de interpretação de papéis. Cada jogador cria uma ficha de personagem onde todas as capacidades e algumas características de seu 'papel' no jogo são descritas ajudando a determinar como cada jogador, ou melhor a personagem de cada jogador, interagirá com o cenário. Este cenário é criado por um jogador especial que é chamado mestre, que será também seu controlador, passando aos jogadores o resultado de suas ações e propondo os problemas que serão enfrentados por eles durante uma aventura (o que geralmente dura uma sessão de jogo, mas pode ir além disso, sendo as sessões interligadas chamadas de 'campanhas').


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Sobreviva dezembro

Senhores jogadores, o ano está acabando e com ele vamos chegando a mais uma Final da Liga Arena, como nos outros cinco semestres batemos novamente o record de jogadores, passando mais de cento e cinquenta jogadores pelo nosso ranking.

Chegou dezembro:


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

5 dicas para negociar on-line...

Rafael Mattos
Olá... Depois de um período de hibernação pré e pós-rotação standard, estou aqui mais uma vez para falar de um assunto que tem me incomodado demais nos últimos tempos. Um assunto que sempre que abordado, seja na Ligamagic ou em algum grupo de MTG no Facebook, já me fez por diversas vezes ficar a um passo de clicar no botão “send”, após vociferar por algumas linhas, e me conter no último minuto com o receio de ser banido do recinto. O assunto ao qual me refiro? As negociações de Magic via Internet...

Parei para refletir sobre o tema. Veio-me logo a mente aqueles causos cabeludos onde cartas valiosíssimas eram trocadas acidentalmente por um Frasco de Veneno (e ironicamente sequer era o frasco com conteúdo mortal, para dar fim ao sofrimento da parte lesada). Podia tecer um artigo somente sobre tais causos, porém creio que o Magic é um jogo que demanda um certo raciocínio por parte de seus praticantes e, como tal, requer que detenham um certo QI para não caírem em artimanhas como essa. Mas sabemos que (infelizmente) QI não é sinônimo de QE , e que algumas pessoas acabam por se esquecer de um dos grandes ensinamentos dessa vida:


Após essa pérola de sabedoria, tentarei colocar cinco pontos que julgo serem fundamentais para o estabelecimento de uma boa negociação. São eles:

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Falando do BW Midrange (e de Theros)

Não tão breve introdução, anteriormente chamada de nariz de cera...


Hélio Barbosa
O que têm em comum Heliode, Deus do Sol; Hitônia, a Cruel; Ginete Cinzento; Ashiok, Tecedor de Pesadelos; Medomai, o Atemporal e Cérbero do Submundo?

Foram as únicas cartas míticas raras que não apareceram no Top 8 do Pro Tour Theros, esse final de semana. Ashiok ficou de fora do top 8, mas não ficou de fora dos top decks, já que teve jogador que fez 21 pontos na parte T2 do torneio usando Ashiok, mas foi mal nos Drafts.



terça-feira, 15 de outubro de 2013

Hidetsugu' O Impiedoso


   





 Atendendo a pedidos feito no grupo da liga arena ai vai a historia de Hidetsugu:


Hidetsugu
    Hidetsugu era um ogro, um xamã de Kamigawa. Ele viveu na cordilheira Sokezan, era um mestre de sangue em magias de fogo, e um adorador devoto de Oni of Chaos. Portanto ele era muito qualificado para trabalhos sujos e serviços com demônios. Hidetsugu tinha uma filosofia muito simples: "Tudo esta fadado a terminar em caos consumido pelo seu mestre".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Novidades de combate para D&D Next


Olá. Esse final de semana não tivemos D&D Encounters na loja, portanto não teremos um reporte de campanha (Ahhhhhhhh  =/ ). Ao Invés disso, decidi explorar um assunto que achei interessante para os novos e antigos jogadores de D&D que pretendem voltar às mesas: as novas opções em combate do D&D Next (Êeeeeeeeeeeee!! \o/ ). O último pacote de playtest da edição foi lançado, e podemos esperar no livro de regras básico algo bem próximo do que vimos nesse pacote, lançado no final do  mês passado para quem é inscrito no programa de playtest da nova edição. Se você ainda não é e tem interesse, pode se inscrever neste link. É totalmente grátis, e a Wizards não vai encher sua caixa de e-mail com baboseiras, pode ficar tranqüilo.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Debutando o Monored



                Que eu não tenho mais jogado com decks de controle e venho preferido os decks agressivos todos que têm jogado comigo já sabem, e já até escrevi um artigo sobre isso, explicando o motivo, mas mesmo jogando com decks agressivos eu nunca havia cedido aos impulsos do bom e velho Monored Deck Wins. Já havia jogado de Monored antes, nos tempos de Cicatrizes de Mirrodim e Innistrad eu joguei algum tempo com um Metal Red (uma espécie de Big Red baseado em artefatos que, quando matava, o fazia com Fênix de Kuldotha e/ou Koth of the Hammer), mas não era o famoso Red Deck Wins. Então, porque isso agora?

                Como eu já havia discutido antes, acredito que, quando uma nova edição é lançada e ainda não temos certeza do que iremos enfrentar, o melhor é sempre utilizar um deck agressivo, uma vez que um controle é perigoso, já que não existe certeza sobre o que deveremos controlar. Ledo engano, pelo menos no final de semana passado, tendo em vista que o Magic profissional teve uma inundação de decks de controle (o que se deve, acredito eu, ao fato de que várias das cartas mais importantes dos decks agressivos terem caído – principalmente as criaturas com ímpeto – à esperança de menor utilização dos Burning Earth, já que não haviam mais as Check Lands, à cartas coringa como Hero’s Downfall e à vontade latente de vários jogadores de poderem finalmente jogar com um deck não agressivo, após a temporada passada). Porém, sem ter pensado em nada disso, eu resolvi jogar de Monored (graças ao Juninho que me mandou a lista e ao Baby que disse que o Sátiro Bebe-fogo era a pior carta de edição, coisa que eu estava disposto a provar ser mentira). Vamos à lista:

O Olho do Corvo - Parte 3

The Raven's Eye, Part 3: Title Page

O Olho do Corvo - Parte 2

The Raven's Eye, Part 2: Title Page

Olho do Corvo - Parte 1

The Raven's Eye, Part 1: Title Page

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Reporte de campanha: Murder in Baldur’s Gate







Olá, meu nome é Francisco Ferreira, conhecido simplesmente como Chico. Talvez você já tenha lido algum artigo/postagem minha sobre Magic, mas hoje vou dar início a uma série de artigos que tratam de outro hobby que eu cultivo há alguns anos: RPG.

Antes de falar sobre a campanha Murder in Baldur’s Gate é importante situar você a respeito dos D&D Encounters. Trata-se de um programa incentivado pela própria Wizards of the Coast, em suas lojas “core”, onde cada semana se joga parte de uma mini campanha, que durará cerca de 3 meses. A campanha da vez é situada no cenário de Forgotten Realms (traduzido pela Devir como Reinos Esquecidos), na cidade de Baldur’s Gate. As duas grandes novidades da MiBG em relação aos encounters anteriores é que pela primeira vez o mestre pode escolher seu sistema de regras favorito, entre as 3 últimas edições do Dungeons & Dragons (D&D 3.X, 4ª edição ou o playtest do D&D Next), e que os reportes enviados para a Wizards sobre essa campanha influenciarão nas mudanças que ocorrerão no cenário de Forgotten Realms em sua nova roupagem para D&D Next. Mais sobre D&D e Forgotten Realms pode ser encontrado aqui.

A Chegada Dos Eldrazi - Parte 1

Enter the Eldrazi, Part 1: Title Page

A Chegada dos Eldrazi - Parte 2

Enter the Eldrazi, Part 2: Title Page

A Chegada dos Eldrazi - Parte 3

Enter the Eldrazi, Part 3: Title Page

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Quatro vezes Garruk!


Danilo Paoliello
Recentemente consegui um grande feito no MOL, ganhei um premier event no Standard ou T2, minha lista está disponível no link 


O deck é maravilhoso, mas com a chegada de Theros ele perde muitas peças que o faziam sensacional e o mais importante é a não reposição em qualidade para que se mantenha mono cromático.

Daí a inspiração para usar suas bases, em especial o planeswalker, em propostas bicolores, todas assentadas em grandes quantidades de criaturas. Apesar da cena passar ao domínio dos controles e do onipresente Veredito Supremo, ainda vejo saída para a estratégia, com algum ajuste de foco e modo de jogo.

Despertares, Part 1

Awakenings, Part 1: Title Page

Despertares - Parte 2

Awakenings, Part 2: Title Page

Despertares - Parte 3

Awakenings, Part 3: Title Page