segunda-feira, 28 de março de 2011

Yawgmoth

Escrito por Eidtelnvil
Traduzido por João Fernandes Lelis

 Yawgmoth




O Pai das Máquinas. O Inefável. O Lorde das Trevas. O Oculto. O Senhor dos Ermos. Quase toda cultura de Dominária tem um nome para ele. Os benalianos acreditam que ele é um monstro inumano com a habilidade de inflamar campos com o olhar. Os mercadianos o reverenciam como um senhor benevolente. Os escolásticos de Nova Argive pesquisaram seu nome como o de qualquer outro mito. Os ru-noranos o temem como uma ameaça sombria de seu passado. Ele é todas essas coisas. Ele é mais. Nada foi mais temido na história do plano de Dominária do que ele. Nações tremem à seu verdadeiro nome. E seu medo é justificado, uma vez que ele é Yawgmoth.

O deus de Phyrexia nasceu como um mero homem mortal durante o reinado dos Thran, o mais avançado povo de Dominária. Por volta de 2000 a 5000 anos antes do nascimento do planinauta Urza, Yawgmoth devotou sua vida a curar o corpo humano de qualquer modo que pudesse. Yawgmoth acreditava que o corpo humano era um intrigado construto orgânico, e cada doença ou defeito físico era causado por bactérias ou vírus, e não espíritos malignos. Entretanto, sua genialidade veio junto de uma insaciável sede por poder e da crença de que ele sozinho deveria conquistar tudo. As ideias de cura de Yawgmoth eram tão revolucionárias que o levaram a ser exilado pelo Império Thran. O império jamais se recuperaria de sua decisão. Nesse dia eles conheceram a ira de Yawgmoth.

Yawgmoth vagou pela terra espalhando sua visão onde quer que fosse. Sua jornada o levou para o longínquo reino dos anões das Profundezas de Oryn (Oryn Deeps) e lá ele infectou os anões com uma praga vil. Após fugir do reino, a nova jornada de Yawgmoth o levou para o continente florestal de Argoth, onde ele manteve a sacerdotiza élfica Elyssendril Lademmdrith e sua comitiva cativos. Yawgmoth infectou os elfos com um vírus mortal e pediu resgate pela cura. Após o resgate ser pago, Yawgmoth silenciosamente deixou Argoth em miséria. Depois disso, o futuro deus libertou uma praga mortal sobre os minotauros de Talruuan apenas para observar maravilhado seus efeitos. Yawgmoth então viajou para Jamuraa, onde infectou totalmente a classe dominante de uma tribo de gatos guerreiros com uma variante mortal da raiva. Ele então envenenou as tribos humanas de Gulatto Meisha apenas por capricho. Sua próxima vítima foi o bey viashino (o chefe dos viashinos), que foi encontrado dissecado após aceitar o curandeiro em sua casa.

Essas atrocidades não eram nada. Sua vingança contra os Thran era tudo o que importava. Chegaram aos ouvidos de Yawgmoth de que o gênio Glacian, um dos culpados por seu exílio, estava morrendo devido à uma doença que nenhum curandeiro pôde identificar. Aparentemente, um homem doente empunhando um cristal havia atacado Glacian em seu laboratório. Yawgmoth percebeu que seu banimento seria revogado se ele descobrisse a causa da doença e a curasse. Ele sorriu e dirigiu-se para a metrópole Thran de Halcyon.

Yawgmoth chegou em Halcyon como um mendigo, com sujeira em seu manto esfarrapado, como se fosse um estranho aos Thran. Ele sairia como um ancião. Ele sairia como um monarca. Ele sairia como uma divindade. Nos portões de Halcyon estava Rebbec o saudando. Arquiteta chefe dos Thran e esposa do doente inventor Rebbec recebeu Yawgmoth como uma serpente em seus seios. Quase que imediatamente, Yawgmoth apaixonou-se pela bela arquiteta. Ele estava ligeiramente menos impressionado pela cidade que ela havia construido. Halcyon não era apenas uma próspera metrópole, era muito mais que isso. A cidade inteira era energizada por uma revolucionária nova invenção conhecida como powerstones (pedras do poder). Essas powerstones, uma vez carregadas, permaneciam eternamente funcionando. Yawgmoth descobriu que antes de Glacian ficar doente ele estava trabalhando na descoberta dessas powerstones.

"'Fique comigo,' você disse, 'e toda essa cidade será sua.' Eu estou ficando com você."

Os dois foram para o leito de Glacian, encontrando o gênio bastante agradecido pela oportunidade de ser curado pelo homem que ele havia exilado tampo tempo atrás. Entretanto, Yawgmoth não devia ficar consternado. Ele encontraria a cura, não importando o custo. A vida de Glacian não importava nada para ele. Ele encontraria a cura para poder ficar sobre as cabeças da população Thran que se curvariam ante ele.

Yawgmoth aprendeu que a doença, que ele chamava de phthisis, estava agindo com mais fúria sobre as Cavernas dos Condenados. Essas cavernas, que ficavam sob Halcyon, eram as antigas prisões dos foras-da-lei de Thran. Com o passar dos anos, entretanto, os reclusos haviam dado a luz a novas gerações que não eram culpados de crime algum que não fosse ser nascidos de ancestrais reclusos. Yawgmoth viajou até as traiçoeiras cavernas para observar um certo caso. O revolucionário Maldito que havia atacado Glacian havia feito isso com uma powerstone falha, construida imperfeitamente por suas mãos pouco capazes. O homem, aparentemente, havia morrido por uma doença, talvez a mesma doença que aflingia o gênio Thran. Depois de Yawgmoth ganhar o respeito dos Malditos, assassinando um de seus guerreiros, um pequeno garoto o guiou para a Caverna da Quarentena, onde estava a forma doente de Gix (ele mesmo um memorável nome na história de Dominária e Phyrexia).

"Não te importa mais quem sou eu - soldado ou curandeiro. Importa apenas que eu voltei minhas atenções para outra pessoa. Você se importa se eu planejo matar o homem? Importe-se, ao invés disso, se eu vou matar você antes."

Yawgmoth levou Gix das Cavernas dos Condenados para a enfermaria de Glacian. Ele observou que ambos eram afligidos pela phthisis, e ambos respondiam negativamente ao contato direto com as powerstones. No entanto, essas observações teriam que esperar pelo dia da grande inauguração do Templo Thran, um imenso castelo flutuador, projetado pela própria Rebbec. O Templo Thran foi um tremendo sucesso, mas enfraqueceu a humildade da população Thran. Por tentar elevar-se ao patamar de divindades, os Thran ficaram desprotegidos de figuras sombrias que usaram esse recém-descoberto poder para seus próprios propósitos. E se a história nos mostrou algo, é que não existe figura mais sombria do que Yawgmoth.

Meses depois Yawgmoth conseguiu decifrar a causa da doença. Phthisis era causada pelo contato direto com as powerstones. Com o tempo, a perigosa radiação das powerstones enfraqueciam o sistema imunológico humano, levando ao mortal mal de que sofria Glacian, Gix e incontáveis outros. Yawgmoth compartilhou essa revelação com Rebbec, Glacion e Gix. Rebbec estava temerosa. Glacian era só acusações. Yawgmoth estava enraivecido. Gix simplesmente gargalhou. Yawgmoth revelou que devido ao fato de as Cavernas dos Condenados ficarem diretamente sob Halcyon a maior parte da radiação proveniente das powerstones era direcionada para lá. Essa era a razão de a phthisis atacar principalmente sua população. Dias depois descobriu-se que um furioso Gix havia desaparecido.

Yawgmoth e Rebbec compartilharam suas descobertas com o conselho legislativo de Halcyon. Dizer que eles foram ultrajados seria bastante inadequado. O curandeiro de leprosos que havia sido exilado de sua bela cidade que tinha a coragem de retornar e fazer especulações inúteis sobre sua recém-descoberta fonte de energia podia fazer com que eles perdessem a credibilidade com a população. Glacian sugeriu que uma votação fosse feita para decidir sobre um novo exílio para Yawgmoth. Yawgmoth permaneceu calmo. Ele requisitou um grupo de curandeiros e estudantes para o futuro estudo da phthisis. Os Thran votaram e Yawgmoth conseguiu o que requisitava. Mas não foi tão fácil assim, se a pesquisa de Yawgmoth não mostrasse resultados, ele seria banido novamente.


Dias depois os curandeiros de Yawgmoth haviam desenvolvido um possível tratamento para a doença. Mesmo que o tratamento não curasse a phthisis, ele ao menos prevenia que ela se espalhasse. Mas a pesquisa deles teria que esperar. Uma rebelião havia começado. Gix havia retornado com uma horda dos Malditos, todos jurando destruir Halcyon por seus crimes contra eles. Os guardas de Halcyon tentaram conter os Malditos com pouco sucesso. Yawgmoth encarou isso como uma oportunidade velada. Ele capturou um rebelde para testar se o novo tratamento iria funcionar. Os curandeiros ficaram surpresos com os resultados. O tratamento não apenas parou a doença, mas também começou a revertê-la. O rebelde capturado não havia sido curado, mas ele estava em condições melhores do que havia estado um muitos anos. Entretanto, o enfermo não teve oportunidade de agradecer Yawgmoth. A futura divindade o assassinou logo após o tratamento ser administrado.

Yawgmoth pegou uma liteira voadora e foi ao Templo Thran, onde encontrou Rebbec e uma horda de outros sob ataque de Gix e seus fiéis rebeldes. Yawgmoth prometeu a Gix o tratamento se ele parasse o ataque. Após Gix injetar o soro em si mesmo e perceber os resultados favoráveis, ele concordou com a barganha de Yawgmoth.

Yawgmoth foi imediatamente elevado à posição de herói local. Ele havia encontrado o tratamento para a doença que estava arruinando os Thran. Ele havia parado a rebelião dos Malditos. Ele trabalhou para encontrar a cura não apenas para a população Thran, mas também para os, um dia odiados, Malditos. A cidade inteira o acolheu em seus corações. Ele iria se banquetear com esses corações, um por um.

O tratamento estava sendo administrado para todos os enfermos, tanto Thran quanto Malditos. Glacian, que já estava severamente deteriorado pela doença, mal era afetado pelo tratamento. A doença havia começado a afetar a mente de Glacian, para a tristeza de sua mulher. Rebbec era cada vez mais repelida pelos braços de seu amado e empurrada para os braços de Yawgmoth. Porém nos anos que se passaram, Yawgmoth não foi capaz (provavelmente não quis) encontrar a cura. O tratamento administrado aos enfermos se tornava cada vez mais inificaz. A maioria dos curandeiros da cidade estava sob o controle de Yawgmoth. Milhares de Thran eram mandados para a Caverna da Quarentena para serem curadas. Apenas algumas centenas podiam, depois, sair.

Durante uma refeição noturna com Rebbec, o arrasado Glacian confrontou Yawgmoth. A mente de Glacian parecia estar dividida ao meio, parcialmente devido à pthisis, parcialmente devido à sua própria genialidade. Ele revelou seus planos de abrir portais para novos mundos, mundos infinitos que estavam dormentes dentro de cada powerstone carregada. A ideia era completamente ridícula, mas também parecia completamente genuína. Yawgmoth teve pouco tempo para ponderar o significado dessa descoberta antes de Glacian novamente interromper sua refeição com essa descoberta, sem saber que acabava de ter feito isso momentos antes. Rebbec ficava cada vez mais preocupada com a saúde de seu marido, e Yawgmoth ficava cada vez mais preocupado com Rebbec. No entanto, meses mais tarde, Rebbec se sentia pronta para dar-se voluntariamente para Yawgmoth. Mas o jogo estava terminando rápido demais. A única preocupação genuína que Yawgmoth tinha era com si próprio.

Depois de retornar de uma viagem à Jamuraa, Yawgmoth é informado pelo conselho de Halcion de que os enfermos da Caverna da Quarentena estavam escapando. Insatisfeito com a falta de resultados dos tratamentos de Yawgmoth, eles haviam deixado as cavernas e poderiam infectar outros Thran com a phthsis. À Yawgmoth foi dado o controle de um esquadrão de guardas de Halcion para parar essas fugas de qualquer maneira. O curandeiro adorou matar os enfermos.

Um dia, tudo mudou. Yawgmoth começou sua longa viagem, saindo de seu estado mortal para o de uma divindade. Ao inspecionar a forma doente de Glacian, Yawgmoth percebeu que uma espécie de feiticeiro estava visitando o gênio. Yawgmoth encontrou uma mulher com imenso poder conversando com o enfermo Glacian. Essa mulher, Dyfed, declarou abertamente ser uma planinauta, alguém que podia manejar a magia como se fosse um deus. Yawgmoth não acreditou, para aborrecimento de Dyfed. A deusa levou Yawgmoth para o distante plano de Pyrulea para mostrar a ele que falava a verdade. As coisas não podiam estar melhores para Yawgmoth. Ele havia conseguido a lealdade de uma cidade inteira. Logo, ele buscaria controle sobre toda a existência.

"Eu não sou... um humano normal."

Pouco tempo depois, uma segunda revolta começou nas Cavernas dos Condenados. Dessa vez os moradores de Halcion estavam preparados. Yawgmoth ganharia poder total sobre as forças militares de Halcyon se pudesse repelir esses ataques. O curandeiro equipou a guarda de Halcyon com armas e armaduras que usavam o poder das powerstones, o que possibilitou uma rápida destruição dos invasores.

Depois que a segunda tentativa de Gix de conquistar Halcyon foi frustrada, a população elevou Yawgmoth ao nível de herói nacional, Ele estava próximo da cura da phthisis. Ele havia demolido os inimigos dos Thran. Ele havia conseguido a lealdade eterna de Gix. Mas Yawgmoth tinha uma nova promessa a fazer. Ele havia descoberto que doenças eram apenas um enfraquecimento das defesas naturais do corpo. Se ele pudesse, de algum modo, incorporar melhor os orgãos a um corpo, orgânico ou artificial, então ele poderia parar essas doenças. Ele jurou acabar com todas as doenças, até mesmo a maior de todas: morte. Uma multidão silenciosa o olhava agora com espanto. Yawgmoth faria dos Thran seres imortais. Ele os transformaria em deuses.

No entanto, antes que Yawgmoth pudesse começar sua longa jornada até a divindade, o passado voltou a tona para assustá-lo. Um exército combinado de anões, elfos, gatos guerreiros, viashino, minotauros e bárbaros se aproximou de Halcyon. Eles acusaram Yawgmoth de seus crimes passados, danificando as linhas sanguíneas de uma grande quantidade de raças de Dominária por milhares de anos. Os anões, em particular, juraram que Yawgmoth iria liderar os Thran à uma estrada para a ruína. Uma votação foi feita para decidir o exílio de Yawgmoth, mas novamente ela falhou. Os exércitos combinados deixaram Halcyon após declarar guerra ao Império Thran. E o que era pior, as cidades estado Thran de Losanon, Wington e Chignon haviam se voltado contra todo o Império. Yawgmoth declarou lei marcial. Uma guerra civil podia romper em dias.

Dias depois, Glacian e Rebbec suplicaram à Dyfed que ela liberasse os anciões Thran que foram aprisionados "pelo seu próprio bem" por Yawgmoth. Rebbec acusou Yawgmoth de negligenciar seus deveres para com a cura de Glacian. Yawgmoth meramente disse que não iria descansar até que Glacian estivesse bem. Então, ele jurou, ele iria lutar com Glacian até a morte pela mão de Rebbec. Nesse meio tempo, Yawgmoth ordenou que Glacian fosse levado às Cavernas dos Condenados com os outros inválidos.

Yawgmoth sabia que não poderia manter sua posição no império sem a ajuda de Dyfed. Ela havia mostrado a ele vislumbres os outros mundos, e ele desejou encontrar um mundo não populado para onde ele poderia enviar os Thran, para que esses pudessem viver em paz. Esse mundo seria, obviamente, comandado por ninguém menos do que ele mesmo. Dyfed procurou por um mundo como esse e obteve sucesso em sua busca.

Esse mundo seria o trono de Yawgmoth por nove mil anos. Ele se tornaria o mais vil e temido plano de toda a existência. Mas por agora, era um paraíso. Yawgmoth, Rebbec e Dyfed observaram sua beleza tranquila. O mundo era completamente oco e continha oito outros leveis aninhados dentro de sua parte externa. Um plano artificial criado por um planinauta draconiano, o plano não precisava nem de sol nem de chuva para prosperar. Ele continha, em suas oito esferas, uma camada de energia pura que aqueceria o plano para sempre. Era um vasto e mecânico contruto que obrigava milhões de criaturas artificiais e benevolentes. Yawgmoth iria usar esse plano primeiramente para curar a phthisis, após isso, para curar a mortalidade e então, para comandar e lançar seu controle através de todo o multiverso. Yawgmoth precisava encontrar a cura para a phthisis, a contínua degeneração que atacava seu povo. Ele a iria combater nesse lugar, um plano que iria ser devotado à phyresis, geração contínua. Ele chamou esse novo mundo de Phyrexia, um nome que faria Dominária chorar de medo pelos próximos nove milênios.

"Será um mundo de geração contínua, de phyresis. Será um mundo chamado Phyrexia.


Yawgmoth se fundiu com seu próprio novo mundo. Lutando para sobreviver ao dilúvio de energias, ele emergiu como um Deus completo de um mundo inteiro. Usando desenhos de Glacian, Yawgmoth abriu um portal entre Phyrexia e as caverna dos condenados. Milhares de phthiticos de Thran entraram em Phyrexia com maravilhoso espanto.

Eu sou o destino encarnado. Eu vou mudar o mundo para sempre. Eu vou mudar o Multiverso. Bem-vindos, meus filhos. Bem-vindos à Phyrexia!


Yawgmoth voltou a Dominária através de seu recém-criado portal para encontrar Rebbec, que o pediu para fazer algo sobre a condição de Glacian. Yawgmoth disse a Rebbec que um novo tratamento que estava sendo desenvolvidos para os infectados de Thran. O tratamento envolvia implantar uma powerstone descarregada no corpo. A radiação nociva, e que foi a causa da pthisis, fluía diretamente para a powerstone, que poderiam então ser removida, deixando o corpo completamente curado. Além disso, alguns Thran estava crescendo mais alto, mais fortes e saudáveis por tomar banho no óleo brilhante que foi encontrado na quinta esfera de Phyrexia. Glacian não ouviria nada disto, e acusou Yawgmoth de tentar controlar o Império Thran.

Yawgmoth também disse a Rebbec que talvez Glacian não tivesse sido curado ainda porque uma lasca de powerstone ainda não tinha sido implantada dentro do corpo dele. Yawgmoth retirou as proteções, enquanto introduzia uma powerstone descarregada. Rebbec estava chorando sobre o marido.

Na frente de batalha, a guerra não estava indo a favor de Yawgmoth. A cidade de Orleason sucumbiu à traição e se juntou à resistência. A cidade de Phoenon tinha sido varrida do mapa pelas cidades-estado armadas rebeldes. Era hora de Yawgmoth ir para a ofensiva. As forças rebeldes estavam avançando rumo a Halcyon para um golpe final. Yawgmoth e suas tropas os encontrariam em Megheddon Defile.

"Nenhum adversário meu sobreviverá a esta batalha."

Yawgmoth bombardeou as forças em terra armada com a sua própria armada aérea. Canhões de raio capturados na Batalha de Phoenon destruiram essas aeronaves. Yawgmoth retaliou desencadeando suas armadilhas escondidas e as criaturas artefato. Seus caranguejos da areia foram esmagados por magia élfica. Não espantado, Yawgmoth liberou sua guarda Halcyte, que infligiu pesadas baixas entre os rebeldes. No entanto, estes também foram derrotados pela magia élfica. Yawgmoth liberou seus íltimos defensores, dois monstros gigantes mecânicos. Estes também caíram quando os motores desenhados por Glacian os atacaram Yawgmoth retirou-se do desfiladeiro, mas dirigiu-se diretamente para a Esfera de Anulação de Thran.

A Esfera da Anulação controlava a totalidade das defesas artificiais de Thran , e seria um grande trunfo para Yawgmoth na cruzada contra os rebeldes. Yawgmoth atingiu a Esfera com a maioria do seu exército Phyrexiano, liderado pelo recém-coroado Comandante Gix. Essas criaturas tinham sido humanas uma vez, mas agora eram uma espécie própria. Através do óleo de Phyrexia e da ciência de Yawgmoth, esses pobres coitados eram seus próprios inimigos. A Esfera de Anulação foi capturada dentro de instantes. O Phyrexianos, procurando mais sangue rebelde, foram para o desfiladeiro Megheddon.

Yawgmoth utilizaou engrenagens da Esfera da Anulação para lançá-la no ar, impedindo que os rebeldes Thran conseguissem recuperá-la. Yawgmoth fez as criaturas artefato se rebelarem contra seus controladores. Ele, então, desencadeou as fontes de mana branca da Esfera, que fluíram através dos rebeldes, matando todos no campo de batalha. Agora não havia nenhuma maneira de Halcyon ser vítima de um ataque terrestre. A armada aérea de Yawgmoth abriu caminho para que a Esfera passasse através dela. Ele assistiu do deck de uma de suas grandes aeronaves a subida da Esfera da Anulação pelo ar, que tornou-se uma nova lua de Dominaria.

Yawgmoth voltou para Halcyon com duas armadas Thran em perseguição. Encontrou Rebbec em um estado de delírio, mas ela foi facilmente acalmada pelos sedativos de Yawgmoth. Yawgmoth voltou a Phyrexia, mais uma vez que se fundindo com o plano. Sua meditação foi interrompida pela planinalta, que disse a Yawgmoth que ele deve ser detido. Ela disse ao governador que tinha tomado os anciãos Halcyte longe de sua lei marcial. Yawgmoth pouco fez para resistir ao controle de Dyfed, mas disse-lhe que se fosse levado para longe de Phyrexia, os embaixadores não-humanos seriam mortos. Yawgmoth os tinha raptado, dissecado e fundido seus corpos em grotescos amálgamas. Dyfed, sabendo que nada podia fazer para salvar estes miseráveis, foi presa fácil dos artifícios de Yawgmoth. O deus de Phyrexia apunhalou o cérebro de Dyfeds, prejudicando sua capacidade de formar um corpo físico. Constantemente batendo seu cérebro como um ovo, Dyfed seria impotente para resistir a ele.

Yawgmoth voltou a Halcyon para começou sua defesa contra o avanço das armadas. Yawgmoth entrou na briga, atacando de seu navio de guerra Yataghan. No entanto, um tipo de magia o salvou da morte, quando um canhão de raios Halcyte bombardeou o navio. Yawgmoth foi o único sobrevivente do acidente, mas foi confundido com um invasor rebelde. Yawgmoth começou a escalar as montanhas Halcyte ao lado de um esquadrão de invasores élficos. No entanto, suas defesas logo chegaram. Steeplejacks, Phyrexianos criados para combater na montanha,o atacaram em enxames. Yawgmoth poderia ter sido morto como um invasor, mas um ex-curador, Xod, reconheceu-o e o levou a Halcyon.

Após a rápida e violenta eliminação da guarda responsável pela destruição dos navios, Yawgmoth foi recebido pelo Comandante Gix, que tinha matado o comandante da Guarda Halcyte por presumir que Yawgmoth tinha sido morto. Yawgmoth ordenou que Gix levasse todos os cidadãos de Thran para Phyrexia para começar a sua mudança em monstros. Em seguida, ele viajou para a caverna dos Condenados para entrar em seu mundo. Ao longo do caminho, ele encontrou Rebbec acalmando o corpo em coma de seu marido. Infectando-a com mais sedação, ele levou-a para Phyrexia.

Yawgmoth mostrou a Rebbec as maravilhas que ele fizera, incluindo o tormento de Dyfed. Ele a levou para a Nona Esfera, o seu santuário, e possuiu completamente a mente dela, aprendendo de imediato todos os segredos que ela possuía. Ele a deixou para iniciar a fase final do seu plano de dominação sobre o Império Thran.

"Nós estamos subindo. Estamos nos tornando Phyrexianos. Estamos nos tornando deuses."

Yawgmoth e seu exército atacaram um hangar de Halcyte ocupado por rebeldes. Após recuperar o hangar, ele carregou os atiradores de pedras de muitas aeronaves. Estas bombas destruiriam completamente as cidades traidoras de Thran. Em um único dia, ele iria destruir o Império Thran e solidificar seu poder em Dominária. Ele lançou suas bombas perto de Halcyon, destruindo muito do que havia feito Rebbec. As nuvens de cor branca leitosa que se espalharam por todo o país dissolveram toda a vida no seu caminho. A Esfera da Anulação dissiparia toda a energia que prejudicaria Halcyon. Venceria em instantes.

A aeronave de Yawgmoth patrulhava a cidade, que fervilhava de rebeldes. Após o reagrupamento das forças de Phyrexia e Halcyon, ele consolidou seu domínio em Halcyon. Ele ordenou que suas aeronaves partissem para as cidades-estado e as destruísse uma a uma. No entanto, suas forças não podiam ir muito longe. Aparentemente, a Esfera da Anulação tinha subido muito alto para poder desviar corretamente as nuvens mortais. Halcyon seria envolvida e destruída em horas. O que é pior, o Templo Thran tinha se reerguido de seus fundamentos e havia se elevado até o céu.

Yawgmoth fez um anúncio público para fiéis e rebeldes. Ele era o seu Deus agora. Ele tinha preparado um mundo inteiro para a sua utilização. Se eles se declarassem leais e servos a ele, então iria salvá-los, melhorá-los e completá-los. Ao vislumbrar as maravilhas de Phyrexia e os horrores da nuvem da morte, ninguém estava apto a recusar. Todos fugiram para Phyrexia, foram milhões de pessoas para preencher o mundo de Yawgmoth..
Eu preparei este lugar para vocês, meu povo, mesmo vocês, que já foram uma vez meus inimigos. Eu fiz isso por meu povo. Peço apenas que entrem. Peço apenas que eu possa ser o vosso Deus.

Apenas um permanecia. Rebbec olhou para o portal para Phyrexia, segurando a powerstone que Yawgmoth tinha encaixado dentro de Glacian. Yawgmoth assistiu com horror quando Rebbec se preparava para usar o poder da powerstone para selar o portal para sempre. Yawgmoth confessou e jurou seu amor eterno, mas sem sucesso. As mãos gentis de Rebbec colocaram a pedra em cima do pedestal. Com um grito de negação, Yawgmoth foi selado dentro de seu mundo para sempre. Seu reino se tornou sua cripta.

Yawgmoth furioso declarou seu ódio eterno por Rebbec, e fez um juramento: ele iria invadir Dominária de alguma forma e matar toda forma de vida, e torná-la sua própria. Então ele iria expandir seu controle por todo o multiverso. Nada poderia detê-lo. E parecia que nada podia mesmo. Pois no dia em que Yawgmoth foi exilado do plano de onde havia nascido, ele cresceu e ascendeu ao poder. Yawgmoth já se havia tornado um Deus, mas foi se tornando algo maior. Na verdade, ele estava se tornando a criatura mais poderosa já criada. Ele estava tão acima de um planinauta como um planinauta estava acima de um vírus. Ele era maior que um Deus. Ele era Yawgmoth.


Yawgmoth passou um total de cinco mil anos em sua casa, jurando vingança contra Rebbec e seu mundo. Através desta época, as forças de Yawgmoth tinham completado suas transformações, mas ainda não era suficiente. Yawgmoth sabia que o corpo era uma máquina, e como uma máquina poderia ser mais perfeito, acrescentando novas peças. Eventualmente, todas as criações feitas por Yawgmoth foram feitas máquinas perfeitas. Ele criou mecanismos de dragão, os motores de bruxa, vassalos de sangue, skirges, saqueadores de carne, os cães ocos, guardas sanguíneos e vebulids. Toda criatura nascida de um pesadelo de criança era sua para governar.

Ele reuniu um grupo seleto de grande inteligência e astúcia e os nomeou como seus demônios, um círculo interno dedicado à realização de seus grandes planos. O maior deles foi Gix, que havia se tornado tão poderoso quanto um planinauta. A planinauta de Phyresis que estava cativa, Dyfed, havia sido morta pouco antes de Yawgmoth ter sido exilado. Yawgmoth criou os Agentes Adormecidos, criaturas projetadas para parecer como os seres humanos de modo que quando Phyrexia se infiltrasse em Dominária, nenhum lugar seria poupado de seu olhar.

No entanto, um problema reinava em sua cabeça. Phyrexia era um plano artificial, criado por um planinauta para seus próprios fins. Yawgmoth soube que era o destino de todos os planos artificiais entrarem em colapso, e um dia o sua amada Phyrexia deixaria de ser. Yawgmoth deveria invadir Dominária eventualmente, e torná-la seu novo lar digno do seu nome.

Mas o gênio de Yawgmoth não pôde ser contido, nem mesmo em nove esferas. A história é questionável quanto a este ponto, mas aparentemente Yawgmoth começou de alguma forma a construir um outro plano, um mundo artificial, composto de Rochafluente. Este mundo, que Yawgmoth denominou Rath, lentamente se expandiria até as barreiras dimensionais, que não poderiam mais contê-lo. Após esse ponto, se fundiria com o mundo que estivesse mais próximo às suas coordenadas. Este mundo foi, naturalmente, Dominária, foi desta forma que Yawgmoth iria conquistar seu plano original.

Então aconteceu. O dia em que o Senhor das Trevas havia tanto aguardado. Um portal abriu e dois seres humanos entraram na primeira Esfera de Phyrexia. Yawgmoth ordenou aos seus subordinados para ficar longe e assistir às escondidas. Estes seres humanos, um homem e uma mulher, observavam com admiração as maravilhas que Yawgmoth tinha criado. Então, Yawgmoth notou algo estranho. O homem segurava na mão a metade de uma powerstone que emanava as mesmas energias como a que ele mesmo tinha implantado em Glacian cinco milênios atrás. Yawgmoth enviou um dos seus demônios para matar esses dois seres humanos e capturar essa powerstone quebrada, mas os homanos fugiram do plano e trancaram o portal.



Furioso, Yawgmoth fez planos para reabrir o portal. Uma ocorrência estranha estava acontecendo em sua primeira esfera. Alguns de suas engrenagens de Gargadonte Menor estavam desaparecendo. Yawgmoth teve pouco tempo para refletir sobre tudo isto. Anos depois ele conseguiu abrir o portal novamente. As powerstones que haviam por muito tempo servido como uma trava de restrição para Yawgmoth voltar a Dominária tinham sido removidas. Agora, nada poderia ficar no caminho de sua conquista. As energias temporais ainda estavam fracas, permitindo Yawgmoth enviar através do portal um único de seus asseclas. Yawgmoth facilmente escolheu Gix para inaugurar esta nova era. Gix deixou Phyrexia, fechando o portal atrás dele.

Durante anos, Yawgmoth esperou pacientemente pelo retorno de Gix. Finalmente, quase uma década depois, Gix entrou em Phyrexia golpeado e quebrado. Yawgmoth leu sua mente tão facilmente como as páginas de um livro. Gix reuniu um grupo de pessoas que adoravam máquinas com ele. Ele usou esses seres humanos para se infiltrar nas mais poderosas nações da área circundante. O continente tinha sido rebatizado Terisiare, enquanto as nações dominantes eram compostas de Argive, Yotia, Korlis e Fallaji. Aparentemente, mais de sessenta anos atrás, dois irmãos tinham removido a powerstone de Glacian de seu pedestal. A pedra tinha se dividido em duas metades, da mesma forma que a personalidade de Glacian. Um irmão tinha chegado para comandar Argive, Yotia e Korlis, enquanto o outro governava o Fallaji. Os dois irmãos lutaram entre si, até que todos os seus recursos estavam esgotados. Os dois viajaram para a floresta de Argoth, onde estavam engajados em uma guerra de três vias, com os defensores das florestas. De alguma forma, uma grande explosão destruiu a mágica de todo o continente, inclusive os dois irmãos. Terisiare estava em ruínas. Agora seria a hora perfeita para invadir.

Yawgmoth permitiu que Gix recuperasse seus seguidores de Dominaria e os incorporasse às maravilhas de Phyrexia. Logo, Yawgmoth havia acumulado uma grande multidão de seus monstros e invadiria em instantes. No entanto, algo estava errado. O portal não estava abrindo. Furioso, Yawgmoth exilou Gix à sétima esfera, onde ele iria se contorcer em agonia para sempre. Yawgmoth tinha projetado vários portais que lhe permitiriam entrar em muitos planos, mas nenhum deles iria funcionar para Dominaria. O plano estava completamente trancado para ele.

Quase mil anos se passaram, e ainda Yawgmoth era incapaz de entrar em Dominaria. Então, algo realmente inesperado aconteceu. Um dos irmãos (Urza), aparentemente, sobreviveu à destruição de Argoth e tornou-se um planinauta. O que é mais estranho é que o homem carregava no interior do crânio as duas metades da powerstone quebrada de Glacian. O planinauta invadiu Phyrexia, culpando o plano pela morte de seu irmão (Mishra). Cavalgando um enorme dragão mecânico, este homem, Urza, trouxe destruição incalculável para o reino de Yawgmoth. Isso não seria tolerado. Yawgmoth invadiu a mente de Urza, deformando-a para sempre. Derrotado, Urza deixou Phyrexia com um dos primeiros experimentos de Agente Adormecido de Yawgmoth, Xantcha.  


Yawgmoth tinha um novo propósito de vida. Ele ainda estava com a intenção de retornar a Dominaria, mas uma nova meta foi formada em sua mente antiga. Urza deveria morrer. Essa obsessão alimentava todo o seu ser. No entanto, um homem conhecia Urza melhor do que Yawgmoth. O Lord das Trevas não teve escolha, tendo que libertar Gix de seu tormento eterno.

Yawgmoth enviou legiões incontáveis em busca de Urza. Perseguiram-lo através do multiverso, sempre um passo atrás dele e nunca capazes de lidar com seu poder.

Finalmente, os servos de Yawgmoth seguiram os passos do odiado planinauta até um plano de quase total mana branca. Enojado,
Yawgmoth infundiu nesta terra sua essência do mal, corrompendo a terra por todos os tempos. Urza e Xantcha fugiram do plano de novo, com servos de Yawgmoth em sua perseguição. No entanto, Yawgmoth não tinha acabado com este mundo. O plano foi criado por outro planinauta, Serra, e foi um local de cura e da ordem. Yawgmoth detestava, e colheu os seus recursos para usar em Phyrexia. Serra tinha fugido do plano depois que ela percebeu que nada poderia parar os servos de Yawgmoth.

Finalmente, um dia glorioso chegou. Yawgmoth percebeu que Dominaria foi novamente aberto para ele. De alguma forma, o Fragmento dos Doze Mundos havia sido quebrado, e Yawgmoth estava livre para começar a infiltrar em Dominaria e prepar para sua grande invasão. Yawgmoth enviou seus servos para todos os cantos do plano. Ainda assim, Yawgmoth não conseguiu localizar a fonte de todos os seus problemas, o arrogante planinauta Urza. Finalmente, o demônio Gix conseguiu encontrar odiado inimigo de Yawgmoth, só para perder a sua vida em um conflito enorme. Yawgmoth enviou seus negadores, máquinas especializadas em matar planinautas, para os quatro cantos do globo, mas com sucesso limitado. Urza estava ocupado reunindo seus recursos na preparação para a defesa de seu plano. Ele falharia, nada poderia parar Yawgmoth. Seus asseclas já tinham severamente enfraquecido a orgulhosas pátrias de Benalish e Keldon, vitórias fundamentais antes da invasão que sequer tinha começado.

Finalmente, Yawgmoth havia vislumbrado o plano mestre de Urza. O evincar do plano de Rath havia capturado Sisay, a capitã da Nau Voadora Bons Ventos, em um esforço para atrair o seu inimigo mais odiado para suas garras. Enquanto Yawgmoth aplaudia as maquinações de Volrath, ele começou a perceber que Urza tinha uma mão nesta aventura que se desdobra. O meio-irmão de Volrath, o mestre-de-armas de Benalish Gerrard Capasheno, foi criado para um fim que ele mesmo não estava ciente. Gerrard havia sido projetado, produzido e miscigenado, para ser o último instrumento da vitória de Urza. Gerrard, junto com o surpreendente navio Bons Ventos, existia com o único propósito de destruir o Senhor dos Resíduos. O plano de Urza foi brilhante, mas também patético. Urza Achava q já sabia de tudo, mas as cartas que Yawgmoth seguravam estavam além de sua compreensão.

Volrath deixou o plano de Rath em busca de seu irmão odiado, deixando Rath um caos sem liderança. Yawgmoth nomeou Crovax, um nobre Urborgan que era um produto da intromissão genética de Urza, ao trono. Nomeando-o Evincar Ascendente. Crovax era um ditador cruel, mas foi controlado facilmente pelo gênio Yawgmoth. O vampiro Urborgan constantemente implororava para que Yawgmoth o deixasse ter um vislumbre de quando assassinou Selenia, permitindo que Yawgmoth controlasse Crovax com facilidade total. Yawgmoth tomou parte na ascensão de Crovax observando a partir de uma construção artificial profundamente dentro do corpo de um de seus seguidores.


"Doce, doce a sala da carne! A canção de sangue, que alegria antiga! Muito tempo eu dormi – porque, nesta aparência exterior eu posso andar em mil mundos, renovar as sensações de milênios perdidos! É meu, é meu. Quem é melhor do que eu? Eu posso levá-los todos em minhas mãos, acariciá-los ou esmagá-los. Meu bonequinho. Psiquiatra do nada, por favor, seu criador, contraia-se do nada, alegre seu criador."


Finalmente, o dia glorioso chegou. No ano de 4205, mais de 9000 anos após Yawgmoth partir de Dominaria, o Senhor do Escuro enviou suas legiões para derramar-se em sua antiga casa. Dentro de dias, Benália foi destruída, Llanowar estava em ruínas, Yavimaya foi enfraquecida. Keld estava em um estado de caos. Nova Argive foi destruída. O planinauta Teferi havia retirado Zhalfir da face do plano, como um animal que foge do chicote de Yawgmoth. As forças de Yawgmoth foram concentradas em Urborg e Koilos, onde Yawgmoth tinha saído de Dominária eras atrás. As forças de Urza, lideradas por Gerrard e o Bons Ventos, conseguiram destruir todos os exércitos de Yawgmoth que estavam estacionados em Koilos, permanentemente destruindo o portal que unia Phyrexia a Dominaria há milhares de anos.

As forças de Urza desfrutaram de uma breve refeição, só para encontrar-se repentinamente rodeadas de milhares de invasores Phyrexianos. Finalmente, o gênio de Yawgmoth tinha dado frutos. Rath tinha-se sobreposto sobre Dominaria. A floresta Skyshroud tinha aparecido no gelado de Keld. A fortaleza, sede do governo de Crovax, tinha tomado o seu lugar na terra de Urborg. Os Dominarianos sobreviventes foram rapidamente reduzidos a postos e esquadras dissipadas. Apenas a elite de lutadores de Urza permaneceu uma força viável, concentrando seus ataques em um último esforço para destruir a Fortaleza. Estas forças, liderada por Eladamri, um elfo Skyshroud, conseguiram recuperar o controle dos pântanos fétidos de Urborg, com a ajuda de Multani um feiticeiro maro de Yavimaya. A vitória parecia certa. Apenas Yawgmoth sabia que era uma farsa.


"Excelente. Eu conheço seu coração agora. Você é meu."


Profundamente em sua Nona Esfera, Yawgmoth era adorado pelos seus dois maiores inimigos. Em sua mão esquerda inclinou-se Gerrard, que concordou em render-se à Yawgmoth em troca da ressurreição do seu amor caído. À sua direita se curvava Urza, que só poderia se curvar a uma admiração e temor no deus que Yawgmoth tinha se tornado. Estes dois homens eram as únicas coisas em Dominaria que poderia remotamente enfrentar o poder de Yawgmoth, e aqui eles se colocam em adoração abjeta ao Senhor do Escuro. Mas a apenas um será concedido o seu desejo. Yawgmoth removeu os poderes do planinauta Urza e ordenou que os dois homens lutassem até a morte na Arena Phyrexiana, pois ao vencedor concederia o seu maior desejo. Os dois lutaram por dias, impulsionados apenas por sua própria sede de sangue, até que finalmente Gerrard superou Urza, decapitando o homem que o criou. Yawgmoth concedeu a Gerrard poder além da imaginação, mas o rapaz só quis a vida de seu amor. Yawgmoth se cansou desse estratagema. O amor era uma fraqueza e a fraqueza não tinha lugar em uma criatura de Phyrexia. Ainda assim, Yawgmoth apresentou Hanna para Gerrard, completamente curada e inteira. Gerrard viu, através dessa fachada, e finalmente percebi que a Hanna ele amava era algo que Yawgmoth nunca poderia controlar. Gerrard destruiu a falsa Hanna, e foi imediatamente exilado da Nona Esfera.

Dominaria foi salva. Phyrexia estava em ruínas devido à intromissão de Urza. A fortaleza foi tomada. A invasão Phyrexiana tinha falhado. Cada plano que Yawgmoth tinha passado eras tramando tinha fracassado. Pouco importava, Yawgmoth foi a última criação do universo. Cada uma de suas criaturas sabia que só através da dor e da morte alcançariam a alegria e vida. Todos os Phyrexianos tinveram sua chance de enfrentar os desafios de Dominaria, a fim de serem verdadeiramente completos. Eles tinham falhado. Yawgmoth não.

Pela primeira vez em nove mil anos, Yawgmoth cruzou de Phyrexia para Dominaria.
Imediatamente, milhares de pessoas morreram. Tudo o que estava vivo nos arredores da Fortaleza morreu na hora, só para ter seus corpos sem vida subir em uma paródia da vida e caçar os vivos. Yawgmoth espalhou a sua essência na forma de uma nuvem negra sobre toda a Dominaria. Os milhares de mortos em Urborg foram seguidos por incontáveis bilhões por toda Dominaria. Yawgmoth estendeu a mão para agarrar o lugar de seu nascimento e transformá-lo em uma cripta em massa. Quando ele terminou, ele voltaria a criar seu Phyrexia amado em todo o globo. Apenas quatro coisas estavam em seu caminho: O pequeno navio voador Bons Ventos, Gerrard seu comandante, a cabeça enfraquecida de Urza e Karn o golem de prata. Os quatro maiores jogadores do plano de Urza tinham chegado juntos à fusão de suas essências em uma exibição gloriosa. Mas para Yawgmoth, estes quatro nem sequer existiam. Urza não era responsável por sua derrota. Esta injustiça pertencia a Rebbec, viva após todos estes anos e renomeada pelos Dominarianos como Gaea. Na mente distorcida de Yawgmoth, essa fantasia se desenrolou. Mesmo quando Bons ventos estava destruindo Yawgmoth, foi Gaea quem estava extraindo sua vingança completa.

E então ele morreu. O maior ser que o multiverso alguma vez produziu foi derrubado, deixando inúmeras Phyrexianos de luto à sua espera. A destruição desgrenhada de seu plano estava perto e todos os filhos de Yawgmoth olharam para o céu como seu pai tivesse deixado toda a vida fugir de suas instâncias. Para Dominaria, a vida nunca mais seria a mesma. Mas para Phyrexia, a vida tinha deixado de ser. Yawgmoth se foi, e os Phyrexianos espalhados por todo o rosto de Dominaria não ofereceram resistência às forças da coalizão agredidas. Seu propósito para a vida fora, eles não poderiam continuar existindo. Yawgmoth estava morto. . .



. . . ou não? Coisas em Dominia não são como parecem, e com Yawgmoth nada é certo. Mais de um século mais tarde, quando Dominaria começou sua longa caminhada para reconstruir suas nações, no continente de Otaria o ser que parecia divino Karona embarcou em uma cerimônia. Acreditando que ela era um deus, Karona tentou entrar em contato com outros deuses das cinco cores de mágicas, desesperada para encontrar uma família para falar. Em busca de um deus de mana preta, Karona respondeu às orações do Phyrexianos sem fé em Dominaria. Yawgmoth está vivo.

O mundo não me recebeu. Aqueles que eu escolhi se viraram da verdade para a perverssão. Insisti. Eu construí um mundo inteiro para que eles habitassem, e quando não o fizeram, eu construí um outro mundo para trazer o meu povo para ele. Eu mesmo vim, abracei todos em Dominaria, dei as boas vindas a cada criatura, mas elas me insultaram. Chamaram-me destruidor e Gaea me diminuiu.
Eu era um deus, mais verdadeiro do que qualquer outro. Eu vou ser um Deus novamente em breve. Eu sou Yawgmoth.

Karona foi posteriormente exilada de Dominária por três magos poderosos. Karona vagava pelos planos, acabando por chegar à Phyrexia, ainda abalada, após cem anos. Yawgmoth, enfraquecido à sepultura por seus encontros com a arma odiada de Urza, lentamente constrói a sua força e liga o seu tempo, esperando seriamente o dia que vai pisar Novamente em Dominária, e com nenhum dos seus odiados inimigos deixados vivos, vai finalmente espalhar sua visão gloriosa da phyresis por todo o plano. . . e além.

 


terça-feira, 22 de março de 2011

Champ Guaraá

[ A T E N Ç Ã O ]
 
Campeonato Liga Arena
Adiaremos o Champ em Guaratinguetá
26/03/2011 para 27/03/2011
Este campeonato será Sancionado pelo DCI / e também valerá para o Ranking Arena 

Data: 27/03/11
FORMATO: Pauper Legacy
HORÁRIO: 10:00 (inscrições)   10:30 (início)
LOCAL: GUARATINGUETÁ / SP
-              Rua Padre Antonio Vieira nº 106
-              Bairro Nova Guará
-              Proximo ao Campo de  Futebol GUARÁ
INSCRIÇÃO: R$ 10,00 + R$ 2,00 [destinado a premiação final da LIGA ARENA]

PREMIAÇÃO: 1 Booster por jogador  
 
  
Maiores Informações:
CEL: Ricardo 78139211
MSN: Arena.Magic@hotmail.com

segunda-feira, 21 de março de 2011

counters do T2


Anulando mágicas no Standard

Nesse artigo gostaria de fazer uma análise sobre os counters existentes no Standard atual. Não pretendo trazer nenhuma verdade absoluta sobre o tema ou mesmo fazer um tutorial definitivo sobre qual counter é o melhor, mas apenas analisar as opções existentes diante do formato.

Primeiramente vamos analisar “card by card” as opções existentes e depois discutir em quais decks e situações cada uma delas melhor se adéqua.

Antes de mais nada, vários decks no Standard atual utilizam-se de counters, entre eles, se sobressaem os Tier 1 do formato UB e UW, mas outros decks como RUG, BUG, Grixis Tezzeret, Pyromancer Ascension, UW Quest, Shape Anew, Polymorph, URW, UBR, Bant Aggro/Control, Monoblue Engine, Destructive Force e até mesmo o UB Vampires podem fazer uso de anulações, seja no Main Deck ou no Sideboard e em pequeno ou grande número.

Vamos fazer uma pequena distinção entre os counters existentes, dividindo-os de acordo com a sua utilização e por fim, uma pequena análise de outros cards interessantes.

Counters mais importantes:

Nessa primeira parte do artigo vou mencionar os counters mais usados e importantes do Standard atual. Pretendo citar todos os utilizados, mesmo que em menor escala para não ser injusto com nenhum deles.

Stoic Rebuttal: Um bom counter no ambiente atual, custo justo, que pode ser reduzido (embora seja difícil ocorrer no T2 atual, mas no bloco de SOM ocorre bastante). É ligeiramente superior ao Cancel, mas nem por isso aparece com mais freqüência nos decks (geralmente os decks usam 1-1 ou 2 de uma ou de outra, quase que aleatoriamente), já que a vantagem deste card sobre o rival dificilmente é utilizada no T2. Eu particularmente, gosto de 1-1 entre ela e o Cancel e, no T2 atual, acho que todo control deveria usar pelo menos 1 delas. Infelizmente, seu custo de 2 manas azuis e 1 incolor, praticamente, impossibilita que seja usada em aggro-controls.



Cancel: Não é tão boa quanto Stoic Rebuttal, mas a diferença é ínfima, o que faz com que ambos os cards sejam usados na mesma proporção no T2 atual. Assim como sua rival é um bom counter para o ambiente e tem os mesmo problemas que ela.



Spell Pierce: Um ótimo counter. Vê jogo no Standard, no Extended e até mesmo no Legacy e Vintage, devido ao custo pífio e habilidade excelente. Não anular criaturas é seu único defeito, já que geralmente esse card anula a mágica que visa (mesmo que em combinação com outro counter) mas se souber utilizar a carta corretamente, dificilmente atrapalhará seu deck e se for necessário, mande-a para o Sideboard nos g2 e g3. Nem todo deck usa Spell Pierce devido às peculiaridades dos mesmos, mas é muito utilizada no Caw Go, que usa 4 cópias no Main Deck. O UB Control geralmente não usa já que conta com disrupts (que me parecem melhores, nesse caso), exceto alguns no Sideboard, nesses casos, no máximo, vão 2 cópias. Em aggro-controls há uma variação na quantidade, geralmente entre 3 e 4 cópias no Main Deck ou Sideboard.



Negate: Um bom counter também. Embora tenha um efeito idêntico ao do Spell Pierce, geralmente essa carta disputa slot com Deprive, devido ao custo similar. Acho que merece seu espaço, mas ainda prefiro Deprive por ser menos restritivo e Spell Pierce por ter um custo melhor.



Mana Leak: O counter mais “querido” do formato. Se encaixa em todo deck no Standard que use counter, mesmo nos aggro-controls devido ao seu custo nada proibitivo e ao fato de seu drawback só ser se sentido no late game. Pra mim, tem slot garantido em todo deck com azul no T2 atual, pelo menos 2 cópias.



Deprive: Um bom counter para o ambiente também. Possui o custo da famosa contramágica, embora tenha um drawback significativo (sobretudo num deck control), atrasando seu jogo. Mas acho que todo control deveria ir com 1-of dela em Main Deck e outra cópia no Sideboard contra Mirrors e outros Controls.



Flashfreeze: Uma ótima carta. Possui um custo justo, nada proibitivo e se encaixa perfeitamente contra 2 decks anti-azuis (R e G). Acho que todo Sideboard de controls precisa usar pelo menos 2 cópias dela, afinal, é um counter garantido por apenas 1U e que joga contra vários decks do formato.



Unified Will: Muitos confiaram demais nessa carta. Eu nunca a achei excelente, mas reconheço que tem seus méritos e lugar garantido em alguns decks, sobretudo aggro-controls com um número razoável de criaturas. Seu custo nada proibitivo somente veio melhorá-la e facilitar ainda mais sua utilização.



Dispel: Um bom counter realmente. Assim como outros, tem mais espaço no Vintage do que no T2 atual, mas nem por isso deve ser descartada. Seu custo pífio lhe garante espaço em alguns decks control (embora eu não a utilize, pois acho Spell Pierce mais interessante), sobretudo contra Mirrors e outros controls.



Steel Sabotage: Ainda não recebeu a devida atenção no Standard, mas é um card com potencial devido a sua versatilidade e baixo custo. Acredito que venha a aparecer em alguns Sideboards no Standard e, certamente, terá lugar garantido em vários decks do bloco de SOM.



Block:

Embora o artigo seja sobre counters no Standard, tenho a obrigação de mencionar esse 2 aqui que, embora não sejam relevantes no Standard (apesar de fazer parte do formato) são muito importantes no bloco de SOM.

Halt Order: Sem dúvida um dos melhores counters do bloco, é a carta que desequilibra no mirror de Monoblue ou no embate UW x Monoblue, pois além de anular te dá um draw por um custo bem razoável. É uma verdadeira bomba no bloco.

Turn Aside: Não tem a presença do Halt Order no bloco, mas aparece em alguns decks, sobretudo para evitar Volition Reins. Certamente vale o slot em alguns decks.



Counters não usáveis:

Nem tudo são flores não é mesmo?! Alguns cards conseguem simplesmente ser inúteis ou quase isso. Outros apenas não são tão bons quanto as outras opções existentes ou ainda têm um “plus” além do counter (geralmente nada excepcional) que gera um aumento no custo do card, impossibilitando seu uso. Todos os 4 cards a seguir não são usados no Standard e muito provavelmente não serão devido, principalmente, aos seus custos de mana proibitivos.

Summoner's Bane: Dos 4 counters não usáveis, é o que gosto mais. Além de anular te dá uma criatura (geralmente útil em controls). Mas ainda sim, é um card bem ruim.

Spell Contortion: Sei que o multikicker é uma mecânica interessante, mas o que pensaram ao lançar este card?! Possui um custo razoável, mas condiciona o counter ao não pagamento de 2 manas incolores pelo oponente (nada formidável) e te dá um draw para cada 1U pago além do custo da mágica, se anulasse definitivamente e tivesse o multikicker seria um ótimo card, mas do jeito que foi feito não teve chance. Sinceramente, não vejo esse card sendo usado fora de um draft.

Fuel for the Cause: Custo elevando para anular, mas garante um proliferate. Num deck temático talvez possa ser utilizado, mas creio eu, que só em um deck for fun.

Lay Bare: O pior counter do formato. Anular uma mágica por 2UU e ver a mão do oponente como bônus me parece um péssimo negócio. Definitivamente não joga ou jogará em formato algum.



Menções Honrosas:

Algumas cartas precisam ser mencionadas, mesmo que não se encaixem exatamente na idéia central do artigo, devido à sua importância para o Magic como um todo ou simplesmente por realizarem um efeito interessante.

Mindbreak Trap: Não é um counter propriamente dito, pois não anula, mas é boa, é muito boa, é excelente. Claro que é uma carta que brilha muito mais no Legacy do que no Standard (devido a maior quantidade de combos existentes naquele formato), mas mesmo no T2 ela tem seus momentos (Emrakul, Gaeas Revenge, Thrun, etc), além disso ela não ativa Summoning Trap, o que não deixa de ser algo bom.
Creio que ela continuará sem ver muito jogo no T2 atual, mas devido a sua importância como aniquiladora de combos, ela, com certeza, merecia um destaque aqui.
Poderia falar páginas sobre essa carta, pois gosto muito dela, mas fugiria da temática do artigo, portanto, só vou diz 2 palavras que devem ser ditas: Chuuupa Storm!!!



Lullmage Mentor: É uma criatura que anula. Uau, só pode ser bom né?! Não, na verdade não é, é bem ruim, mas quis mencionar o amigo aqui pela sua habilidade diferenciada e pelo fato dele ser um tritão :P



Counter War:

Algumas cartas não anulam propriamente outras mágicas, mais podem fazê-lo copiando outros counters ou mudando seus alvos. Isso pode ser útil num eventual “Counter War” ou ainda num deck de combo para salvar suas mágicas mais importantes sem ter que usar azul (essa me parece uma razão melhor para usar alguns dos cards, pois na 1º situação não me parece muito usual utilizar-se desses cards).

Echo Mage: Um bixo com level up que copia mágicas. Não tem muito o que falar dele, não é de todo ruim, mas também não é uma carta top, no geral faz o mesmo que as demais mágicas que copiam fazem nesses casos, mas sem o efeito surpresa.

Redirect: Serve para mudar o alvo de alguma mágica, inclusive atraindo para si aquele counter que anularia outra mágica.

Reverberate: Serve para copiar mágicas instantâneas ou feitiços, inclusive aquele counter que anularia uma mágica sua, ou mesmo a própria mágica.

Ricochet Trap: Serve para mudar o alvo de alguma mágica, inclusive atraindo para si aquele counter que anularia outra mágica. Tem a vantagem do custo reduzido, quando ativada a Trap e também de não precisar usar azul no deck. Encaixava muito bem no antigo Hipergênese (quando era Extended) e acredito que ainda é possível usá-lo no Legacy neste deck, embora FoW seja melhor, sempre.



Pior inimigo:

Summoning Trap: Os decks UW e UB têm pesadelos com essa carta. Ela realmente ganha muitos jogos para o Valakut e para o Eldrazi Ramp, porque espera o seu deck fazer aquilo que ele faz de melhor (anular) e se aproveita disso. Nem sempre funciona, mas quando funciona geralmente trás uma criatura que complica o jogo.
A melhor maneira de se livrar dela é usando Coergir ou anulando-a, se você tiver como fazê-lo.



Conclusão:

Espero que tenha conseguido atingir meu objetivo de fazer uma análise razoável de todos os counters do formato, mostrando seus prós e contras.

Talvez aqui alguém esteja se perguntando quantos counters deve usar em cada deck e essa é uma resposta complicada de ser dada, atualmente as listas rodam com um número variado de counters, desde 9 cópias Main Deck + 1 no Sideboard (como o Caw Go), até 3 cópias apenas no Sideboard (como o Bant Aggro). Então, é uma questão pessoal que deve ser analisada de acordo com o seu deck e o ambiente onde ele será utilizado.

Enfim, o artigo era esse. Acho que acabei falando demais, mas creio que consegui esgotar o tema (me desculpem se faltou alguma carta e me lembrem de qual carta eu esqueci, por favor, se for o caso).

Espero que tenham gostado do artigo e até o próximo!

Duelistaguara


quarta-feira, 16 de março de 2011

Champ LORENA

[ A T E N Ç Ã O ]

 
Campeonato Liga Arena
Acontecerá o Champ em LORENA / SP
Este campeonato será Sancionado pelo DCI / e também valerá para o Ranking Arena 

Data: 20/03/11
FORMATO: Standard
HORÁRIO:
10:00 (inscrições)   10:30 (início)
LOCAL: Lorena / SP 
-              Rua Pedro da Costa Coloço, nº 153
-              Bairro Nova Lorena
-              Proximo a Vilela Supermercados e Padaria Mascote
INSCRIÇÃO: R$ 10,00 + R$ 2,00 [destinado a premiação final da LIGA ARENA]

PREMIAÇÃO: 1 Booster por jogador  
 
 
Vai rolar Draft depois do CHAMP
 
Maiores Informações:
CEL: Ricardo 78139211
MSN: Arena.Magic@hotmail.com

sábado, 12 de março de 2011

Champ 13/03

[ A T E N Ç Ã O ]

Galera como foi cancelado o champ em LORENA iremos realiza-lo em Aparecida
Este campeonato será Sancionado pelo DCI / e também valerá para o Ranking Arena 

Data: 13/03/2011
FORMATO: Standard
HORÁRIO:
10:00 (inscrições)   10:30 (início)
LOCAL: Aparecida / SP 
-              Rua Dr. Lycurgo dos Santos (Rua da Estação)
-              Bairro Centro
-              BAR CASARÃO DA ESTAÇÃO
INSCRIÇÃO: R$ 10,00 + R$ 2,00 [destinado a premiação final da LIGA ARENA]

PREMIAÇÃO: 1 Booster por jogador
 
Galera depois do CHAMP vai rolar DRAFT

 
Maiores Informações:
CEL: Ricardo 78139211
MSN: Arena.Magic@hotmail.com