sexta-feira, 20 de abril de 2018

Brawl: um guia rápido para o novo formato de Magic

Com o lançamento de Dominária, revelamos uma nova maneira de jogar Magic.

Permita-me apresentar Brawl.

O que Padrão é para Legado, Brawl é para Commander.

Ele tem as mesmas interações divertidas sem os combos quebrados; a mesma maneira de recompensar a curiosidade sem o montante assustador de cards. É acessível, seus cards principais estão disponíveis e ele usa todos os produtos recentes.

Brawl— a versão resumida:

Decks de 60 cards

Todos os cards devem ser válidos em Padrão

Não mais do que uma cópia de qualquer card (exceto terrenos básicos)

1 "comandante" — uma criatura lendária ou planeswalker que começa na zona de comando e volta para lá sempre que sair do campo de batalha

Qualquer símbolo de mana que aparecer em qualquer card também deve aparecer em seu comandante
Jogadores começam com 30 pontos de vida

Melhor jogado em grupos de 3 a 5 jogadores

Se você conhece Commander, as regras serão bem familiares. Quatro grandes diferenças: cards devem ser válidos em Padrão, decks têm sessenta cards em vez de cem, planeswalkers podem ser comandantes e não há dano de comandante.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Magic Arena – Primeiras impressões.


Opinião, por Hélio Barbosa*.

Introdução



Achei OK.

A experiência em um só meme:



Fonte do meme - Choque de Cultura, Omelete, YouTube

Mas até que é "legalzinho".


O Bom



O software é relativamente pequeno e funciona até bem para um beta fechado - em minha opinião, melhor que o Magic Online. Tem coisa pra melhorar? Tem. Mas funciona. Algumas coisas são meio esquisitas, outras precisam de melhorias – MAS - pessoalmente, achei mais fácil acostumar com os defeitos do beta fechado do Arena do que acostumar com os defeitos nas versões definitivas do Magic Online (Mol) que vi/testei. O beta está bagunçado, mas é uma bagunça "organizável", fuçando nas configurações.

Aliás, para tirar o elefante quase invisível da sala: o Magic Arena está em beta fechado. Significa dizer que o jogo provavelmente mudará bastante até o lançamento, ou até mesmo no Beta Aberto (para vocês terem uma ideia, eles devem resetar a coleção de todo mundo, de novo, no beta aberto – para testar a economia do jogo). A prioridade é testar e dar feedback. Eles sabem que tem coisa ruim, tem coisa fedendo – mas, nos fóruns, eles mesmos disseram que estão ouvindo o feedback. Agora vamos voltar ao assunto...

Em primeiro lugar, você pode optar por não desligar um sistema que escolhe automaticamente que terrenos virar quando você gasta mana. Desliga isso. Desliga muito isso. Sério. Especialmente se você estiver jogando de Control. O sistema acerta boa parte do tempo, mas ele é “meio noob” – ex. ele não conta com um tutor, ou um reciclar, ou uma habilidade ativada que te deixou sem duas manas azuis abertas para dar aquele Cancelar que vem no top draw, etc. Por enquanto, deixar desligado é o que eu recomendo.

"Mas isso não devia estar no 'ruim'?" Então, não. Porque você pode desligar. Você pode deixar o jogo muito mais simples para o seu sobrinho de 10 anos que quer usar mágica instantânea na fase principal, para a ira dos tios nerds, por exemplo. Você pode até clicar em alguns lugares para forçar pausas em fases específicas do turno. É como se eles soubessem que o Magic pode ser complicado, mas existem opções no programa para deixá-lo mais fluído. Ele vem no modo "casual", mas dá apara arrumar nas opções.

Outro ponto positivo é que o jogo é leve, consegui rodar até no meu PC; que é o equivalente a uma torradeira, que seria ruim na época das Lan House Monkey. Lan House (ou a Monkey) não é da sua época? Meu PC também não é - processador i3 3ª geração – estamos na 9ª; placa de vídeo 9500GT – 10 anos tem essa danada e muita humildade, seguindo orientações do professor, buscando os três pontos. Apesar disso, o jogo flui de maneira aceitável. Acredito que rode até nas versões mais modernas do HD graphics (o gráfico integrado, de quem não tem placa de vídeo, presente até em notebook de loja que faz crediário) sem maiores problemas.

Assim, a expectativa de ter um sistema funcional para jogar limitado (draft, selado) em qualquer laptop desta década, em qualquer lugar, numa interface amigável, é uma expectativa razoável – você não precisa ser “dos games” para jogar Magic Arena.

Quando você instala o jogo, atualmente, você recebe vários decks pré-construídos, quase no estilo “Duel Decks”.  Logo depois de um reset (que coloca todos no mesmo ponto), dá muito pro gasto – o que pode ser mantido se a Wizards investir num sistema de partidas justo, que coloque novato contra novato.

Você pode desbloquear alguns boosters por semana e o sistema de cartas coringa (wildcards, em Inglês) é interessante – você pode usar uma coringa da raridade X para criar qualquer carta da raridade X. Pra compensar isso, temos menos cartas no Booster e já estamos entrando na parte ruim...


O Ruim


Diz que antes de levantarem o acordo de confidencialidade a economia do jogo era melhor. Hoje é ruim. É meio péssima, pra falar a verdade.

Explicando o meme da introdução, quando você quer jogar Magic, você quer jogar Magic (mesmo que seja commander, ou standard) – Harry Potter sem Harry Potter não é Harry Potter, é golpe, nas palavras do pessoal da TV Quase. Alguns arquétipos ficam meio "capengas": "UB sem Gearhulk, sou eu, assim sem vocêeee..."

Ter um “double block”, uns deck pré construído e/ou “meio standard” é esquisito, mas a Wizards foi lá, jogou o que sabe, ouviu feedback e... Fez o contrário – quebrou o jogo e reduziu a frequência das wildcards míticas (eram meio que farmáveis, virou só sorte).

“Ah, mas a Hasbro que é dona da Wizards que é dona do Magic tem que ganhar dinheiro...” Quer dizer que botaram fogo na fábrica da Barbie e não me avisaram? Esse pessoal sempre vai ganhar dinheiro – o problema é que eles precisam crescer, ao infinito e além.


GRATUITO PARA JOGAR
(Imagem, em outro contexto - Pixar, Toy Story)

Além disso, se não tiver loja que compre cartas avultas, não tiver a opção de "dar redeem" na coleção digital para pegar cartas físicas, não poder transformar pixels em dinheiro de algum jeito, um preço "padrão Wizards" não vai se justificar porque, nesse caso, seria melhor gastar dinheiro no MoL, que te possibilita alguma expectativa de retorno de investimento (ou redução de custos) sem ter que jogar eternamente com um deck capenga.

A teoria (na qual acredito) é que o modelo antigo ia dar menos dinheiro, porque dava para montar um deck “padrão standard” facilmente (dizem). Mesmo assim, fui lá, joguei, abri os pacotinhos e dei sorte. Peguei duas coringa míticas e, com outras coringas e os decks pré, montei um UB control com duas Deus Escaravelho... Foi muita sorte, porque até as coringas são difíceis de achar em boosters. Daí o negócio ficou feio.


O feio – “Soh çorte esse tal de médic” Arena



O jogo, no atual estágio, está mais ou menos assim. Dei sorte, tenho um UB control torto com duas "bombas" que são meta. Perco pra aggro? Sim. O problema é que meio que detono com o resto.
O passinho, então, fica assim: mulligan nojento e/ou o cara tá curvando de aggro (Coergir, melhor carta pra decidir esse tipo de coisa) – concede. Nem perde tempo. Outros decks, é só ir lá e fazer meu nome. Porque minha sorte no booster me coloca em posição de vantagem.

"Mas por que não jogar pela diversão em vez de conceder?" Porque o jogo só te deixa evoluir através de vitórias (ou através de dinheiro, futuramente, a beta é 100% free to play).

Você não está exatamente num Happy Hour Liga Arena, trocando ideia com os amigos, dando risada, etc. Você está olhando para uma tela, seja farmando vitórias (aquele free que te custa horas do dia), seja (futuramente) gastando dinheiro para ter uma vantagem real - especialmente se o único método de adquirir coringas míticas for abrindo booster. Jogar contra o deck estranho do seu amigo não interessa porque quase não há interação online, não tem a risada, não tem a zoeira, só correr atrás de vitória.

Eu jogo de Burn. Desde antes de burn chamar burn (ok, nem tanto, mas desde 1998). Eu perco um monte jogando legacy (pelo menos metade das partidas). Mesmo assim, dei bastante risada chamando uma pizza e testando decks, em casa, contra uns decks tier 1/1.5 de um amigo. Fiz X-2. E foi bem legal. No Magic Arena, me peguei fazendo mulligan, dando Duress e concedendo, pra não “perder tempo” e pegar minhas vitórias do dia. (Sim, vou arrumar, certeza que falta um terreno no meu netdeck...). Você não tem a parte social e, na maior parte do tempo, o jogo não te recompensa por jogar. 

Muita gente não percebe, mas, quando você está jogando um jogo grátis com algum elemento PvP, você está trabalhando em troca de diversão. O desenvolvedor precisa de você lá para, para o pagante se divertir. Se você não ganha nunca e vai embora; o potencial pagante vai embora também e não gasta. E é quase nojento, jogar com um deck semi t2 budget contra um cara que teve azar e ficou só no deck pré.

Esse é o problema. Eu vou lá ficar testando coisinhas, mas muito cara que perde pras minhas palhaçadas com um par de Scarab Gods e um “Clone” provavelmente vai fazer outra coisa da vida. No fim, a conta não fecha. Prefiro muito mais gastar cem reais numa carta de Commander, para jogar presencial, com um amigo, do que gastar dez reais no "Magic Casino"... Tá feio, tá errado e se não mudar, vira jogo só pra whale (quem vai gastar centenas ou milhares de dinheiros para abrir decks meta) que faz um dinheiro, depois morre por falta de jogadores.

No atual estado, o jogo te recompensa por montar um Ramunap Red o mais rápido possível e farmar vitórias. E detalhe – depois de algumas vitórias (cinco, acho), o jogo não te dá como recompensa por vitória uma incrível – carta comum aleatória. Imagina enfiar a mão no baú de "lixão" e tirar alguma carta que preste. "Ah, mas teve uma vez que..." em centenas de vezes. Não rola. Pega seu gold, abre o booster de vez enquando e vai embora.

Em tempo, pro “esquema” do Magic Arena, jogar de Ramunap Red é muito melhor – porque bem, não tem lista de banidas - só que UB capenga é muito mais fácil de montar, por causa dos pré-cons (botou as win condition, oito counter, oito remoções, já é UB) – porque ter que criar todos os ramunap, quase todas as raras, Hazoret e mais metade dos Burns não é exatamente fácil – mas ainda é o plano. Se não puder montar nenhum e nem outro, abra pacotes de Hora da Devastação (vem um monte de coisas do Ramunap e do UB, vai que dá uma sorte) e jogue com o melhor Aggro que você conseguir montar, para farmar vitórias. Se você ganha 3 partidas em uma hora com aggro, você conseguirá mais recompensas do que tendo 100% de vitórias de control, ganhando duas partidas por hora (isso é o que acontece em qualquer cardgame que só recompensa vitórias).

E não tem loja online nem liga pra comprar cartas avulsas. Imagina abrir centenas de pacotes para montar um deck standard. Então, dependendo do deck – se for forrado de raras e míticas, por exemplo, até pegar todas as coringas, pode acabar demorando demais (Porque não é como se as raras e míticas simplesmente viessem no booster, sem trocas ou mercado secundário...). No final, de garantido sobra só ficar farmando de aggro, jogando Harry Potter sem Harry Potter...

Mas a Wizards viu o rolo, falou que vai resolver. Vamos ver. Nesse caso, o feio é muito feio – e quando a loja em dinheiro real abrir, vai ficar ainda mais feio se o jogo não mudar bastante.


Conclusão



Beta fechado. Não é para você se divertir como um jogador normal, é pra testar. Se você não tem fetiche em ficar caçando o que tem de bom e o que tem de ruim em sistemas, melhor sair fora, pois geralmente a experiência é ruim por algum motivo. Mas pode (e deveria) melhorar.

Acho injusto a “publicidade negativa” recebida pela Wizards num beta fechado. Por Urza, é um beta fechado! Se não for pra testar as coisas (mesmo as coisas idiotas) agora, vai testar quando? Testaram o ruim e o feio nesse beta, já falaram que vão arrumar. Em outras palavras, chamaram o SAMU, agora é só contar a história no whats, não compartilhar as fotos, dispersar e cuidar da vida.

O software do Magic Arena, assumindo que terá alguma melhora do Beta (porque, né, beta serve pra isso), é bem promissor para jogar formatos limitados, como draft ou selado. O resto é subjetivo. Eu prefiro muito mais gastar uns 100 merréis para jogar formatos questionáveis durante o semestre todo a jogar dinheiro numa eventual roleta de mentirinha, sem mercado secundário, sem nada, apesar da conveniência. No fim – se fosse pra jogar “tipo um standard”, contaria moedinhas e subia a rua pra jogar um peasant, uma liguinha... Mas para jogar um draftão da madruga, depois de terminar com a mina/o mano/x, olha, dou umas quatro estrelas pro software, bom ficar de olho, especialmente se você não gosta do MoL.

Independentemente do que a Wizards fizer, quando sair open beta, principalmente quando tiver limitado, vale baixar o cliente, sofrer com os decks pré (pra acostumar com a interface) e ter lá, como uma opção de software funcional (especialmente se rolar selado – porque “galerê” nunca quer treinar selado, pra jogar torneio zoado que Wizards faz nos GPs Brasil da vida, só porque é terra de Carnaval...).

Software bom, coleção com limitações ruins e uma economia que é a treva (deve melhorar). Se tiver um limited, corrigidos alguns bugs, a quem se interessar, convém olhar isso aí. Essas são as primeiras impressões.

*Hélio perambula pelo Vale do Paraíba e joga de Burn. Só quer a resposta da única pergunta: Quanto você tem de vida? Responde por "o Editor", pode usar o pronome "nós", mesmo que a gente tenha nada que ver com isso.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Notícia da Wizards: O acordo de confidencialidade do MTG Arena acaba dia 22 de Março.


Olá, todo mundo! Sou Nate Price, o gerente da comunidade para Magic: The Gathering Arena. Você pode ter me visto clicando durante meu turno, enquanto prestava atenção no chat da Twitch, durante nossas transmissões ao vivo de partidas de MTG Arena.

De qualquer jeito.

Eu amo de verdade assistir pessoas jogando. Comecei a trabalhar com a Wizards como membro do time de cobertura de eventos há mais de uma década. Tive o prazer de assistir os melhores jogadores do mundo provando o quão agressivamente mediano eu sou no Magic, dia após dia. Mesmo quando não estou fazendo isso, estou freneticamente consumindo alguma outra forma de conteúdo envolvendo jogos. Eu tenho literalmente um monitor na minha mesa que está lá só para eu ter uma variedade de streamers ao vivo, o tempo todo.

Eu amo isso.

E é por isso que eu não poderia estar mais feliz em anunciar que nós finalmente vamos deixar as pessoas começarem a criar conteúdo para MTG Arena a partir da noite de 22 de março. O jogo vai entrar em manutenção na manhã de 22 de março e voltará com a próxima grande atualização durante a noite desse mesmo dia (horário do pacífico).


Fim do acordo de confidencialidade – noite de 22 de março


Estive trabalhando para esse dia desde antes de anunciarmos MTG Arena para o mundo. Derrubar a confidencialidade é simples. Preparar-se pra isso, no entanto, é algo completamente diferente.

Primeiramente, gostaríamos de ter certeza que o jogo estava num nível em que a qualidade estivesse razoavelmente alta (enfim, ainda estamos em beta) e houvesse conteúdo o suficiente para ser, sabe, divertido. Por isso que o fim do acordo de confidencialidade vai acontecer junto com nossa próxima grande atualização.

A nova atualização vai incluir um reset nas coleções, alguns aprimoramentos visuais, uma leva de correção de falhas e o bloco de Amonkhet. Mais detalhes sobre atualização virão na próxima semana, então vou parar por aqui. Não quero  roubar a cena de Chris Clay.

Agora, eu não sou desenvolvedor de jogos digitais. Eu não fiz absolutamente nada para ter certeza que todas as coisas legais na atualização da semana que vem realmente acontecerão (pra sorte de vocês). Não, querida comunidade, meus esforços recaíram sobre algo muito mais importante para mim: ajudar vocês a produzir conteúdo para MTG Arena.

Conteúdo que eu vou prazerosamente devorar.


Kits Para Criadores


Derrubar a confidencialidade é inútil se você não ajudar as pessoas a criar conteúdo para seu jogo. Com isso em mente, queremos tentar apoiar nossos criadores de conteúdo de uma maneira que, francamente, nunca fizemos antes. Nós temos tantos fãs empolgados com nosso jogo e queremos fazer com que ajudar a dividir essa paixão com o mundo seja o mais fácil e recompensador possível.
Começar pode ser uma tarefa desafiadora e faremos o nosso melhor para ajudar a torná-la mais fácil. 

Kits de criadores são nossa maneira de ajudar a reduzir as dificuldades iniciais para novos criadores de conteúdo, bem como fornecer ferramentas para ajudar criadores emergentes a aumentar a qualidade de seu conteúdo.

Esses kits de criadores são públicos e gratuitos para baixar (embora nossas diretrizes para conteúdo criado por fãs se aplique). E você pode fazê-lo agora mesmo.*

Os kits incluem arte visual, máscara de live stream e guias de boas práticas detalhados, com dicas vindas diretamente de criadores de conteúdo conhecidos na comunidade. Cada um desses criadores forneceu gratuitamente suas palavras de sabedoria, para que criadores em potencial aí fora possam aprender algumas lições que eles aprenderam do jeito difícil. Como The Professor diz em seu guia, “O sucesso de uma pessoa é o sucesso de todos”.

No final, tudo se resume a isso: construir comunidades. Kits de criador foram feitos para ajudar a dar um caminho para nossa comunidade de criadores de conteúdo.


ajudando os criadores de conteúdo para em longo prazo


Nossos criadores de conteúdo são alguns dos fãs mais passionais do nosso jogo e eles tem feito um trabalho incrível no que diz respeito a ajudar a espalhar esse fervor para seus seguidores e comunidades. Nós achamos que já era tempo de intensificar nossos esforços e fazer o nosso melhor para contribuir com o sucesso de longo prazo de nossos apoiadores mais fiéis (e críticos bem intencionados).

A partir de abril, criadores de MTG Arena poderão se inscrever para se juntar a um programa mais formal para criadores de conteúdo. Criadores no programa poderão ser escolhidos para suporte e benefícios para ajudar a aumentar sua audiência, aumentar a qualidade de seu conteúdo e, tomara, encaminhá-los para o sucesso. Eu terei mais detalhes para nosso programa de criadores num futuro próximo. É algo em que venho trabalhando (e recebendo opinião de criadores) a um bom tempo, mal posso esperar para falar mais!


Contagem regressiva: uma semana


Será um ano empolgante para o Magic. A gente está por aí há 25 anos e estamos extasiados por ter todos vocês fazendo parte deste ano de celebração. Quero expressar nossa profunda gratidão a todos os criadores de conteúdo que, nos últimos anos, compartilharam o jogo que eles amam com o mundo. Nunca chegaríamos onde estamos sem vocês, e não poderíamos querer melhores embaixadores para nosso jogo.

Mais uma semana até o acordo de confidencialidade cair. Só mais uma semana até todos os criadores de conteúdo espalhados por aí, tanto os presentes quanto os futuros, serem capazes de começar a compartilhar nosso mais novo jogo com suas comunidades. Honestamente, nesse ponto, mal posso esperar para ver até onde as coisas irão.

Mostre-me do que você é capaz.

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Traduzido para a Liga Arena em 15/03/2018 por Hélio Barbosa. Clique aqui para acessar o original, entitulado “MTG Arena NDA drops March 22”, por Nat Price)

*N.T.: é possível encontrar links para baixar os arquivos na postagem original.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Veja bem...

Por: Élcio Júnior


Bom dia, meus caros amigos da Liga Arena!

Antes que eu pergunte como vocês estão, atropelo isso com uma questão ainda mais relevante: O que faz uma carta de Magic ser boa?

Sim.

Isto é mais importante que a sua paz de espírito ou os seus dilemas existenciais.

Lide com isso.

A questão é muito complexa e, certamente, possui mais de uma resposta, respostas estas que podem estar certas ou erradas sobre óticas diferentes. Estreitemos esta análise então e perguntemos: O que faz uma cantrip ser boa?

Há algumas semanas tivemos um dos eventos mais lacradores 岡マピda história do Modern. Jace, the Mind Sculptor foi desbanido, e com ele, vários decks azuis ganharam o efeito daquela que é considerada a melhor cantripdo jogo: Brainstorm.

“Élcio, para tudo. Eu não tô entendendo nada. O que é uma cantrip?”

Tudo bem, vamos dar um passo atrás.

Cantrip. Do grego,στρατηγική; do latim, malignumvaginae; do inglês arcaico, can’t rape;

(NOTA DO EDITOR: AS TRADUÇÕES DO ÉLCIO PODEM E DEVEM SER REVISADAS SEMPRE QUE HOUVEREM DÚVIDAS. A LIGA ARENA NÃO RECOMENDA A UTILIZAÇÃO DE NENHUM DE SEUS ARTIGOS COMO REFERÊNCIA PARA PRODUÇÕES CIENTÍFICAS DE NENHUM TIPO.)

é uma gíria utilizada para se referir à uma mágica que compre cartas e se reponha de forma positiva, ou ao menos compensatória, quando olhamos para os números de cartas na mão, permitindo assim que ocorra alguma manipulação ou seleção das cartas disponíveis ao jogador. 

Diante desta definição, é muito simples entender porque Brainstorm é tida como uma das melhores cartas nessa categoria. Embora ela te deixe com um saldo positivo de apenas 1 carta, ela te permite uma manipulação enorme dos recursos na sua mão e nas três primeiras posições do seu baralho. Esse efeito, quando associado a efeitos que te permitam embaralhar o grimório em instantspeed (tipo, sei lá... fetchlands, sabe?), te dá opções estratégicas muito amplas.


E é exatamente aqui que entra a razão de Jace, The Mind Sculptor ser um causador de discórdia tão grande. O Modern não é um formato com acesso a boas cantrips de forma geral. Dizer à um jogador de Legacy que as melhores cantrips do formato são Opt e SerumVisions, só pode despertar nele vontade de rir ou... pena mesmo. Porém essa é a realidade do Modern. E, acredite se quiser, esse artigo não é pra falar sobre o Jace, The Mind Sculptor. Já tem gente o suficiente na internet falando dele, e todas essas pessoas são muito mais capacitadas que eu para promover esta conversa. O papo aqui é sobre cantrip mesmo.

O problema inicial que uma cantrip precisa ultrapassar pra ser minimamente jogável é seu custo de mana. Existe uma série de cantrips de 2 manas, mas a utilização delas é extremamente restrita porque pouquíssimos decks comportam esse custo sem comprometer o plano de vitória central. Afinal de contas, de nada adianta comprar cartas, se você não ganha o jogo com as cartas que comprou. E só aqui, a gente já pode deixar de lado uma certa parte das opções Modern: Peer Through Depths, Think Twice (puta merda, eu adoro essa carta), See Beyond, Thirst for Knowledge.

(Fonte: magiccards.info)

O segundo ponto, que é quase tão crucial quanto o primeiro, mas que exerce maior influência no arquétipo do deck é a diferença entre cantrips feitiço e instantâneas. Alguns decks precisam ter a opção de responder ações do oponente ou fazer uma cantrip no passe, e para estes especificamente, cantrips feitiço não são particularmente atraentes. De forma similar, se você pilota um deck combo, que precisa encontrar as partes, e não se importa pontualmente em responder ações do oponente, esta variável pesa menos na escolha.

E justamente os decks combo nos levam ao próximo parâmetro de interesse para uma cantrip: alcance. Quantas cartas você consegue manipular com cada cantrip. Para decks combo, quanto maior o alcance, melhor. Por isso vemos cartas com Sleight of Hand jogando no UR Storm, pois apesar de ser um feitiço, esta mágica permite um alcance maior do que Opt, que seria a opção instantânea mais próxima de uma comparação justa.

Por último, num tópico especial, precisamos tratar de cartas que são cantrips dedicadas à certas estratégias. Por exemplo, Visions of Beyond. Uma mana, compre 3 cartas, SE as condições forem atendidas. Sejamos honestos, a não ser que um deck seja realmente projetado para ter cartas no cemitério, dificilmente um match tem 20 delas em qualquer cemitério que seja. De forma similar, Thought Scour não é uma cantrip para qualquer deck, pois se você não abusa de cartas com flashback, Snapcaster Mage ou criaturas com delve, a chance de colocar uma carta que você precisaria no cemitério e não ter nenhuma forma de trazê-la de volta é considerável.

Resumindo, se você está construindo algo novo, ou revisando os números de cantrips e cartas de seleção para o seu deck, mantenha em mente estes pontos e lembre de ajustá-los conforme sua curva de mana, pois o número de cantrips geralmente alivia a contagem de terrenos para decks que não precisam de muitas cores disponíveis. Isso pode poupar um bom tempo testando cartas que não correm na mesma direção do seu deck e acabam travando jogadas ou tornando decisões simples em coisas muito mais difíceis do que deveriam ser (tipo fazer um Serum Visions ou deixar mana aberta para um Spell Queller).

O recado é esse, galera!

Até a próxima semana.

E no passe, raio em você.





segunda-feira, 12 de março de 2018

Aconteceu na Liga Arena - 07/03/2018 à 11/03/2018

Resumo da Semana! Aqui neste periódico semanal você conhecerá os campeões da semana na loja mais animada do Vale do Paraíba, sempre com muita diversão e baboseira que só esse jogo que tanto amamos pode proporcionar.
 

                                                   CAMPEÕES DA SEMANA



MAGIC -  QUARTA-MODERNA (07/03/2018)


Campeão: Cleber Souza 










MAGIC- LIGA COMMANDER (07/03/2018)

Campeão: Ranny











CLASH  ROYALE- ARENA ROYALE (07/03/2018)

Campeão: Lucas Andrade 








YU-GI-OH!-  TORNEIO DE YU-GI-OH! (07/03/2018)

Campeão: Italo Carvalho









MAGIC- CLM PAUPER (08/03/2018)

Campeão: Vitor 









MAGIC- FNM STANDARD (09/03/2018)

Campeão: Marcos Vinicius 









MAGIC- CLM COMMANDER (09/03/2018)

Campeão: Leonardo Souza 











MAGIC- LIGA PAUPER EVOLUTION STANDARD (10/03/2018)

Campeão: Ricardo Naldi









STAR WARS DESTINY- ARENA STAR WARS (10/03/2018)

Campeão: Felipe Ferreira 








YU-GI-OH! -  YU-GI-OH! DAY 

Campeão: Cleber Souza 










MAGIC-  SILVER BLACK STANDARD (11/03/2018)

FINALISTAS :  Julio de Biasi e Pedro Henrique 










MAGIC-  SILVER BLACK STANDARD (11/03/2018)

Campeão: Julio de Biasi








                                                 DECK LIST DOS CAMPEÕES


MAGIC- CLM PAUPER (08/03/2018) 

Campeão:  Vitor


Main Deck:

4x Phyrexian Rager
4x Chittering Rats
2x Wight of Precinct Six
2x Pescador Grumag
2x Tendrils of Corruption
2x Capengar de Volta
2x Victim of Night
4x Mercador cinzento de Asfodelos
2x Cuombajj Witches
2x Tragic Slip
2x Peso Morto
3x Barren Moor
19x Pantanos

Sideboard:

3x Liliana's Specter
4x Duress
2x Shadowfeed
2x Nausea
1x Unmake
1x Incursão de Cripta
2x Wrench mind


MAGIC- SILVER BLACK STANDARD (11/03/2018)

Campeão: Julio de Biasi

Main Deck:

4x Serviçal do Conduite
4x Longtusk cub
4x Virtuose dos turbilinos 
4x Rogue refiner
4x Charging Monstrosaur
2x Blossoming Defense
4x Attune with aether 
2x Abrasão
4x Harnessed Lightning
2x supreme will
2x Lampejo de Genialidade
2x Essense scatter 
2x Campo da Ruina
2x Desfiladeiro da mata 
4x Lago Montanhes 
4x Riacho da Floresta 
4x Florest 
1x Island
2x Montanha
4x Nucleo do Eter

Sideboard:

1x Gancho da Condenação
1x Pisoteador dorsoverde
2x Pela Força
2x Spell Pierce
2x Derrota de chandra
2x Naturalizar
3x Negate
1x Dossel Esmagador 


FOTOS QUE NÃO MUDAM NADA NA NOSSAS VIDAS!



































FIM! 


quinta-feira, 8 de março de 2018

Notícia da Wizards: "Anunciando as celebrações de 25 anos de aniversário do Magic."


É nosso aniversário e, esse ano, daremos uma festa para você.

Ainda esse ano – nosso 25º, caso você não tenha ouvido falar – realizaremos ao redor do mundo seis eventos de aniversário enormes e imperdíveis, para celebrar de forma memorável com o maior número de fãs possível.

Significa que nossas festas terão celebridades do Magic, artistas de primeiro escalão, painéis e eventos que irão mexer no fundo dos cofres da Wizards of the Coast, culminando em Drafts Rochester da Edição Limitada (Beta) e Ilimitada (N.T. Edição “Unlimited”).

Sim, você leu certo. Beta. Ilimitada. Draft. Rochester.

Daremos mais detalhes no futuro, mas podemos começar com a manchete. O GP Vegas e a Gen Con  terão Draft Rochester de Beta, os outros eventos terão Draft Rochester de Unlimited.

(Drafts Rochester são, eles próprios, meio antigos. Nesse formato, os pacotes são abertos um por vez e os cards são colocados na mesa virados para cima; depois uma pessoa pega uma carta de cada vez. Dessa forma, todos veem o que todo mundo escolheu.)

Classificar para um desses Rochester Drafts não será fácil. Para fazê-lo, os jogadores precisarão vencer um torneio selado de classificação (expansões costumam ser anunciadas mais tarde; precisa pagar a entrada) e as vagas serão limitadas. Acontecerão oito torneios classificatórios em cada GP/Gen Con. O vencedor de cada torneio receberá uma vaga no evento de draft.

Não vamos parar por aí. Vamos abrir os cofres para outras oportunidades de draft históricas, brindes, prêmios e muito mais, envolvendo edições dos 25 anos de história do Magic - e contando.

Ah, claro, vai ter bolo.

A celebração de aniversário acontecerá ao redor do mundo, para que o maior número possível de pessoas tenha a oportunidade de celebrar! Com bolo.


- GP Las Vegas: 14-17 de Junho
- GP Singapura: 22-24 de Junho
- GP Barcelona: 29 de Junho – 1º de Julho
- GP São Paulo: 6-8 de Julho
- GP Chiba: 20-22 de Julho
- Gen Con (Indianápolis, Indiana): 2-5 de Agosto.



Daremos mais detalhes para cada evento a medida que eles se aproximarem, incluindo lista de convidados completa, lista de painéis e artistas presentes. Planejar uma festa de aniversário leva tempo, especialmente quando você está convidando milhões de amigos próximos. Fique atento para mais detalhes em DailyMTG, CFBEvents.com e em pastimes.net.

Até lá, Feliz Aniversário pra gente! Tomara que vocês gostem da festa.


(Link para o original. Traduzido, para o português em 08-03-2018, por Hélio Augusto de Lima Barbosa. - Liga Arena)