quinta-feira, 23 de novembro de 2017

T2 e Variabilidade




Olá pessoal!
Aqui é o Aloyr novamente escrevendo mais um artigo para vocês.

Antes de mais nada, o jabá básico do meu canal do Youtube, https://m.youtube.com/channel/UCybx8eIKY49bGxJG3eDXHbA, acessem e apreciem!!!!

Hoje vou falar de um tema interessante com relação ao T2 (Standard). Seu domínio e sua variabilidade

Cenário atual

Atualmente o T2 está dominado por 2 decks principais e suas variações, o Temur energy e o ramunap red.

Antes de eu comentar sobre este cenário, gostaria de refletir um pouco no porque temos simplesmente dois decks da temporada passada jogando como tier 1.
Primeiramente, vocês devem se lembrar que antes da rotação, Mardu era definitivamente o melhor deck. Não só apenas porque tinha cartas como Gideon, Ally of Zendikar e etc, mas porque seu plano de jogo progressivamente agressivo encontrava pouca resistência no decorrer do jogo.

Além do Mardu, tínhamos alguns Dynavolt Tower e alguns God-Pharaoh's Gift.

Esses decks eram dominantes e não tinham páreo, até que se popularizaram esses dois decks citados e neste momento, estes outros decks saíram do uso.

Por que ocorreu isso?

Primeiramente devo falar, seguramente inclusive, que a inclusão da nova edição contribuiu, mas menos do que parece.

Não houve uma carta em que o plano de jogo girasse em torno da mesma. A maioria das cartas veio como suportes.

Em contrapartida, a queda das edições anteriores acabou impactando fortemente.

Os slots que abriram nos decks abriram precedentes para cartas como Abrade, e isso fez o metagame mudar totalmente. Abrade torna mais fraco decks que giram em torno de artefatos graças a seu baixo custo e versatilidade. Além disso, cartas que combatem o cemitério acabaram afetando decks que abusam do mesmo, inclusive controles.

Enfim, nesta dança das edições, Temur ficou com melhor do que restou das cores e ramunap acabou combatendo bem o metagame.

Há uma crescente tendência a ascensão de um deck de controle. Isto acontece porque o metagame está dominado por decks midrange, e control tem ferramentas boas contra decks mid. Acredito que a agressividade do ramunap barra a progressão destes baralhos, mas assim que o Control tiver um match mais justo contra o ramunap, creio que será o momento dos decks de controle.

Principais cartas do T2

Aqui vou apresentar algumas cartas que estão constantemente aparecendo nos decks e (precisamente 5 de cada tipo) portanto, você deve esperar que exista alguma dessas dependendo do deck que esta enfrentando.

A ideia é que você tenha uma lista com cartas que, intuitivamente, possam estar inseridas nos decks que esta enfrentando.

Tentarei colocar em ordem de “importância”, do melhor para o pior, considerando o cenário atual:
 
- Remoções (Spot)


- Remoções (Globais)


- Anuladores


- Planinautas


- Criaturas


Terreno e etc não quero colocar aqui porque acredito que são partes básicas demais de um deck e não há vantagem em prever seu uso.

Conclusão

Bem pessoal, por enquanto é isso.

O artigo foi curto porém é um reflexo do cenário atual.

Levando em conta que estamos no final do ano, este cenário deve se mantido até o lançamento da próxima edição.

Afirmo seguramente que o cenário vai mudar em relação a dominância dos decks, então coletem novas cartas chaves e façam suas apostas.

;)

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Trincheiras do Commander - Falando dos Ícones


BOMMM DIIIAAAA VIIIEETINÃÃÃ!!! Estou de volta com a coluna Trincheiras do Commander, e hoje volto a direcionar o artigo para o Commander do mesão do amor, é claro que voltarei a falar do Commander 1x1.

E para marcar essa volta ao mesão, vou começar por Iconic Master, que sinceramente deveria se chamar Commander Master, pois ninguém melhor do que a galera do Commander para utilizar os grandes ícones do Magic, e por isso eu recomendo muito se você joga commander, participe de draft ou adquira booster de Iconic Master, pois além de se divertir você tem chance de abrir alguma carta muito boa cara para commander, por isso vou citar aqui algumas dessas cartas.

E a Primeira que falo é


Esse é o senhor dos counters pois por 2 manas azuis você “countera” uma magica e ainda adiciona manas incolores no inicio da sua próxima faze principal, por esse power level, é que ela tem o preço tão elevado, e não seria nada mal abrir em um booster

Outra carta que tem o seu preço bem elevado e que você pode ter a sorte de abrir é:



Esse terreninho lindo entra em pé e pode gerar uma mana verde ou branca e você perde um ponto de vida, além disso esse terreno tem habilidade pagar uma mana incolor virar e sacrifica-lo, você compra uma carta.
Podendo ter uma grande sinergia com crisol dos mundos, e Escavadora de Rumunap, pois você sacrifica compra uma carta, depois volta ele pro campo, com habilidade da escavadora ou crisol, e repete o processo todo o turno.

Outro grande benefício da edição foi facilitar encontrar muitas cartas, além de ajudar a reduzir um pouco o seu preço, tornando as mais acessíveis.

Exemplo é



Afinal comprar três cartas, nunca é demais, mesmo tendo que esperar um pouco já que o seu custo é pago com uma mana azul e entra com suspender 4.

Alem dela ainda temos os pretores do Bloco de Cicatrizes de Mirrodin...


É até difícil falar delas, pois todos são muito bons, e se justificam em qualquer deck.

Outro grupo de criaturas que se justificam nos decks são os dragões Lendarios de Kamigawa, porém esses citarei apenas 3 pois os outros 2 não considero tão bons para o formato


Sendo indiscutível o primeiro lugar para Kokusho, pois em um jogo multplayer esse dragão equipado com uma blade of selves, causa muito estrago, afinal se você estiver jogando contra 3 jogadores, você vai criar 2 cópias dele, logo terá que sacrifica-los, e assim cada oponente vai perder 10 pontos de vida e você vai ganhar 30 pontos de vida. Os outros podem ser usados na mesma mecânica porem Yosei no lugar do kokusho faria com que 2 jogadores pulem a sua próxima etapa de desvirar, além de virar 5 permanentes daqueles oponentes, e se trocarmos por Keiga, ela vai te permitir ganhar o controle de 2 criaturas.

Outras criaturas que a edição facilitou para que sejam encontradas e se tornaram mais acessíveis foram..


Bom se você tem um deck com a cor azul, você vai querer essa criatura no seu deck afinal cada vez que um oponente compra uma carta você compra 2, além disso ainda é uma criatura com voar 4/6, como não gostar dela.




É uma carta que estava com alto preço e difícil de encontrar, devido a popularização dos decks de vampiros com o lançamento de Commander 2017 e o deck de Edgar Markov, o famoso “Markovão” hahhaha

A edição inteira tem muita coisa boa mesmo para commander, e para vocês terem ideia, vou citar só mais algumas mas elas dispensam comentários...


Como podem ver por essa lista tem muita coisa boa, muitas Staples de commander, outro ponto muito positivo é que quase toas as cartas foram “reprintadas” com novas artes, e essas artes estão incríveis.

Comando Austero

Bom Galerinha espero que tenham gostado e nos vemos por ai nos drafts de Iconic Master


Comando Críptico

domingo, 19 de novembro de 2017

Clash Royale - Estratégias & Alternativas



E aí galera do Clash Royale hoje vamos falar sobre o Barril de Esqueleto, uma carta que pode nos ajudar com permanentes como Torre Infernal e Fornalha.

Vamos lá, não é de hoje que sofremos com essas cartas extremamente chatas como fornalha e Torre Infernal, talvez com Barril de Esqueleto podemos achar a solução,  onde podemos usar ela como isca e montar nosso combo pra não perder tempo com essas permanentes, como eu penso em usa-las.



Bom eu uso duas cartas com muito pontos de vida e que tendo essas permanentes (Torre Infernal e Fornalha)  atrapalham muito, minha ideia é usar o Barril de Esqueleto pra usar como isca e quando cair os Esqueletos eliminar totalmente essa torre, que é suficiente, fazendo que a Torre Infernal fique perdida em qual Esqueleto eliminar e Fornalha gastando seus dois Espírito de Fogo pra eliminar o Barril enquanto os Esqueletos termina o serviço.

É isso aí meus querido essa é uma dica que eu acho que pode ser usado independente da sua estratégia.

#LigaArena #ieis

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Tudo ou nada: Report RPTQ Rivals of Ixalan


Saudações, jogadores! Marquinho aqui novamente para escrever um pouco de baboseira para vocês. A ideia é fazer um relato de como foi minha experiência no Regional Pro Tour Qualifier que ocorreu no dia 12/11, na Devir (SP), realizado no formato Modern. Para fins de esclarecimento: um RPTQ é um torneio fechado àqueles que venceram um PPTQ na temporada, que fizeram top 8 no RPTQ da temporada passada ou para membros do Pro Tour Players Club.

Embora meu desempenho tenha culminado em um resultado muito ruim, espero que essa narrativa possa agregar de alguma maneira ao jogo de vocês, leitores da Liga Arena e aficionados pelo universo competitivo do Magic. Devo dizer que apesar de estar jogando Modern há pouco mais de um ano e de já ter participado de grandes eventos no formato – como o CLM e o Grand Prix – ainda me sinto um novato nesse universo. E talvez o artigo de hoje seja uma tentativa de acender a luzinha vermelha para aquilo que todos nós já estamos cansados de saber, mas que por algum motivo não somos mobilizados a mudar: resultados bons são acompanhados de dedicação no jogo. Se você espera ir bem em um evento de alto nível como ocorre em um RPTQ, você precisa se dedicar e treinar. Claro que você pode ser a exceção dessa regra, como o nosso pró-player João Lelis, que no melhor estilo Romário, ganha um Grand Prix e um CLM sem muito treino. Mas esse é um assunto para outro artigo. Sem mais delongas, vamos ao report do que rolou no último domingo.

Começando pela escolha do deck, não é nenhuma novidade que eu fosse optar pelo deck que já tenho alguma experiência no formato – nesse caso, o Affinity. Para quem não conhece, o deck é adepto da estratégia all-in, sendo um aggro muito explosivo, mas que sofre para o sideboard alheio. Ainda assim, me sentia confortável em jogar com algo que fosse “tudo ou nada”. A minha ideia era: já que eu não tenho um conhecimento profundo sobre o formato, ao menos vou jogar com uma estratégia em que eu pudesse dominar parcialmente e que, ao mesmo tempo, pudesse driblar essa minha falta de conhecimento. A lista que utilizei é padrão, exceto por algumas escolhas duvidosas, como Ensoul Artifact e Bomat Courier no main deck, além da carta de sideboard que me faz ganhar vários jogos e que eu subi em todas as partidas: Smuggler’sCopter. Passado o torneio, não mudaria nada das 75 cartas que utilizei, até mesmo porque o que deu errado não foi o deck ou a escolha das cartas. Segue a lista:
Affinity

1- Montanha

Sideboard

Minha preparação para o torneio pode ser resumida em apenas três campeonatos que participei na Liga Arena, ou seja, foi uma preparação ínfima se comparado ao nível do torneio. O RPTQ contou com 72 jogadores, resultando em 7 rodadas com corte para o top 8. A premiação era bem gorda, tendo em vista que o top 4 ganhou passagem e vaga para o Pro Tour Rivals of Ixalan em Bilbao (Espanha) e o restante da premiação foi dividida em boosters até o top 32 – para se ter uma noção, até o trigésimo segundo colocado levava para casa 12 boosters de Ixalan, compensando jogar até a última rodada para tentar conseguir alguma coisa. Acordei às 04h00 da manhã no domingo para encontrar com os amigos Marcos Rogério (Marcão) e Casassanta em Taubaté, para só então seguir viagem até SP – isso que é vontade de jogar cartinhas. Segue uma breve descrição de como foram as minhas partidas:



Round 1: Affinity 1 x 2 Tribal Zoo

Meu oponente começa estourando uma fetch land, buscando uma shock land e fazendo Goblin Guide. Eu imaginei que ele estivesse de Burn e fiquei tranquilo, até porque era um match favorável para mim. No turno seguinte, ele estoura outra fetch, pega outra shock land de pé e usa Tribal Flames na minha cara. Eu não fazia ideia do que a carta fazia, e tive que ler. Só aí eu entendi porque o deck usava tanta shock land diferente. O jogo se desenvolve bem para o meu lado e em um dado momento, meu oponente tinha 8 pontos de vida, apenas um bloqueador – Tarmogoyf – e uma Overgrown Tomb desvirada, enquanto eu tinha um artefato encantado por um Ensoul Artifact, um Pestermite e um Ravager, totalizando 4 artefatos no jogo, e uma Galvanic Blast na mão. Eu imaginei que aquela mana de pé pudesse representar um Fatal Push e resolvi atacar com a tesoura 5/5 e com o Pestermite que tem evasão, já que uma criatura precisava ser usada para gerar mana vermelha com o Tambor das Folhas Vernais. Acontece que minha conta estava errada, e mesmo eu sacrificando tudo para a Peste, eu conseguiria dar no máximo 7 de dano, contando com a Galvanic. Se eu tivesse atacado com o Ravager ao invés da Peste, teria ganhado, já que a mana em pé revelou ser um Might of Alara que foi usado no Goyf para bloquear o artefato 5/5. Na volta, meu oponente utilizou mais uma Flames e outro Might of Alara para selar a partida. Jogo 2 eu atropelei e jogo 3 eu fui atropelado. Começar o evento perdendo já é triste, e perder por erro é difícil de administrar.
0-1

Round 2: Affinity 2 x 0 Burn

Esse é um match bem tranquilo para o Affinity, e mesmo meu oponente ganhando no dado, no primeiro jogo um swing de Eskirge da Câmara equipado com um Chapeamento Craniano foi o suficiente para deixar a corrida bem favorável para mim. No jogo 2 consegui fazer um Ensoul Artifact cedo em uma Darksteel Citadel e meu oponente não conseguiu lidar.
1-1

Round 3: Affinity 1 x 2 Affinity

Mirror de Affinity é uma coisa muito chata e qualquer ataque feito sem calcular a volta, pode te custar o jogo. Essa partida demorou muito e foi muito parelho, chegando a ficar 1x1 faltando 5 minutos para acabar. Em um turno fatídico, avalio mal a situação e passo o turno onde eu deveria ter atacado com todas as minhas criaturas exceto as voadoras (forçando meu oponente a chump blockar com ao menos uma de suas criaturas evasivas). Isso foi o suficiente para meu oponente fazer o Chapeamento Craniano ser anexado àquela que eu não pude bloquear e selar a partida. Erro bem amador e que me custou uma vitória importantíssima no campeonato.
1-2

Round 4: Affinity 2 x 1 BW Tokens

Não manjo muito de Modern, mas esse parece ser o pior match possível para o Affinity. Consigo ganhar o primeiro jogo porque meu oponente parou no segundo land e ainda assim um Zealous Persecution quase me faz perder a partida. No jogo 2 meu oponente faz turno 2: Stony Silence e eu só assisto ele jogar sem poder gerar minhas manas coloridas. No jogo 3, em dado momento eu tenho um Etched Champion equipado com um Chapeamento Craniano, meu oponente com 2 de vida, 3 tokens 1/1 voar, 2 Intangible Virtue na mesa e faz um Sorin, Solemn Visitor batendo 12 e ganhando 12 de vida no turno. Ele passa o turno e eu penso: só mais um Chapeamento Craniano para me fazer ganhar esse jogo. Dou a draw, e lá está ele.
2-2

Round 5: Affinity 2 x 0 Jeskai

Essa partida foi bem zoada para meu oponente. No primeiro jogo eu só vejo um Lightning Bolt e um Cryptic Command por parte de meu oponente. No segundo jogo, ele consegue estabilizar bem a mesa, mas sobram 2 Blinkmoth Nexus e um Eskirge da Câmara na mesa. Vou atacando de 3 em 3 enquanto meu oponente flooda. Faço o Smuggler's Copter que me faz comprar muita carta enquanto ele faz seu Snapcaster Mage para Comando, tentando ganhar tempo. Depois de muito flood, meu oponente concede.
3-2

Round 6: Affinity 0 x 2 BG Tron

Sou pareado com o Marcão, e mesmo sabendo que era uma partida favorável para mim, imaginava que não fosse ser fácil. No game 1 Marcão “tutora” a terceira peça do Tron diretamente do topo no momento em que iria morrer na volta, faz um World Breaker no meu Chapeamento Craniano e eu nunca mais volto para o jogo. No game 2 minha mão estava quase perfeita, faço muitos bichos nos turnos iniciais, e Marcão fecha o Tron no 3. Faz um Wurmcoil Engine que eu ignoro por ter muitas criaturas com evasão na mesa, deixando ele a 1 de vida (e mesmo com o swing do vorme, ainda assim ele morreria na volta). A única saída era comprar uma Oblivion Stone e foi dito e feito. Depois que a pedra estourou, não sobrou nenhuma permanente minha em campo, já que o meu land era um Glimmervoid. Da mesma forma inacreditável que ganhei do tokens, perdi para o Tron.
3-3


Round 7: Affinity 1 x 2 Grixis Death’s Shadow

Jogo contra o campeão do Grand Prix Porto Alegre, o Victor Fernandes, mais conhecido como Pelezinho no MTG. Jogo 1 faço muitas ameaças e acabo encaixando um Chapeamento Craniano bem cedo na partida, deixando qualquer criatura uma ameaça grande e consigo finalizar. No jogo 2, sou respondido desde o turno 1 com Cerimonious Rejection, passando por Fatal Push e Kozilek's Return, não parando nada no meu lado da mesa. No jogo 3 tenho um início forte com Relic of Progenitus além das criaturas colocando pressão. O jogo se desenvolve até o late game, onde meu oponente estava sem respostas, enquanto eu tinha 2 Blinkmoth Nexus pressionando seus pontos de vida. Quando ele vai a um de vida, imagino que cedo ou tarde iria sucumbir à pressão, mas a sequência de draws do meu oponente foi impressionante: Kolaghan's Command, Fatal Push, Snapcaster Mage e Fatal Push simplesmente me deixaram sem nenhuma criatura na mesa, enquanto um Tasigur, the Golden Fang finalizava a partida. Quando acabou, meu oponente disse que ele era “muito cagão” e acabo amargando um resultado que me deixava fora da zona de premiação.
3-4


Resultado ruim, mas a sensação e o desejo que ficam é o de que quero jogar mais RPTQs para, em um futuro não muito distante (assim espero), conseguir realizar o sonho de jogar um Pro Tour. A lição que fica desse torneio para mim, foi a de que preciso me preparar de fato para eventos dessa magnitude. Agradeço a galera que torceu e especialmente ao apoio da Liga Arena. Bora treinar Modern para o CLM e Standard para o CLM e PPTQs da temporada porque a busca pelo Magic competitivo-profissional não pode parar. Até a próxima!

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Trincheiras do Commander - Meta - Sidisi Combo



BOMMM DIIIAAAA VIIIEETINÃÃÃ!!! Estou de volta com a coluna Trincheiras do Commander, fazendo a última parte da série sobre o meta Game do Commander 1 vs 1 da Wizards, (claro que na nova temporada voltarei analisar os decks) e para encerar do deck com maior número de aparições com arquétipo combo, sendo ele Sidisi, Undead Vizier, lembrando que esses dados são referente a última temporada.

Caso não tenha visto os artigos anterior confiram...


COMMANDER


40 LANDS


29 Swamp

6 CREATURES


39 INSTANTS and SORC.


14 OTHER SPELLS



 Bom galera esse deck não possui muitos segredos uma vez que seu arquétipo é de combo é o que o deck faz, pois ele possui um combo principal que logo chegaremos a ele.

Em primeiro lugar, destaco que esse é o primeiro deck analisado que possui terrenos utilitários destacando Dust Bowl, Tectonic Edge, e Wasteland, todos voltados para a destruição de terrenos. e ainda hão no deck Urborg, Tomb of Yawgmoth e Cabal Coffers, para acelerar a sua geração de mana, Boseiju, Who Shelters All e caverna das almas como formas de evitar anulações, e por último Bojuka Bog como hate de cemitério.

Essa lista busca remover toda a mão e assim limitar os recursos do oponente, usando os melhores descartes como Thoughtseize, Hymn to Tourach, Inquisition of Kozilek, Duress, Distress, Unmask e outros.

E para as cartas que você não conseguiu descartar a lista ainda tem uma grande quantidade de remoções como Damnation, Dismember, Geth's Verdict, Toxic Deluge, Hero's Downfall, Oblivion Stone e muitas outras remoções.

Como todo deck de combo ele abusa dos tutores contando com Vampiric Tutor, Rhystic Tutor, Demonic Tutor, Dark Petition, Beseech the Queen além de seu comandante que pode explorar e assim tutorar um card.

Bom agora vamos ao seu combo (é claro que ele faz mais coisas porém é fácil de se perceber), o seu combo consiste e controlar Necrotic Ooze, enquanto Phyrexian Devourer e Triskelion no cemitério, e ai é só começar, usando a habilidade do devorador Phyrexiano, exila carta do topo e coloca X marcadores +1/+1 no Necrotic Ooze, ai é só remover os marcadores com habilidade do triscelion,  e dar dano no oponente, e repetir até que ele morra.

Embora o deck possua servo do pintor na lista ele pareceu um pouco perdido sem Grindstone.

Bom galera com essa lista encerro (pelo menos temporariamente) a série sobre o meta do Duel commander da Wizards, espero que tenham gostado e não se esqueçam que...